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Junto dos filhos e novamente solteiro, José Maria Tallon continua a acreditar no amor

À semelhança dos anos anteriores, o médico espanhol tem estado de férias com quatro dos cinco filhos, Pepe, Carminha, Beatriz e Rafael, na Quinta do Lago.

Andreia Cardinali
2 de setembro de 2012, 14:00

José Maria Tallon, de 53 anos, assumiu recentemente que terminou o namoro de nove meses com Raquel Broegas. Novamente solteiro, o médico continua, como já é habitual nestas ocasiões, a contar com o apoio dos filhos, Carminha, de 27 anos, e Pepe, de 25, do seu casamento com a espanhola Carmen Comino, e Eduardo, de 19, Beatriz, de 16, e Rafael, de 13, da união com Catarina Fortunato de Almeida.
À semelhança do que tem acontecido sempre que termina uma relação, José Maria garante que se sente tranquilo e que jamais deixará de acreditar no amor e na possibilidade de partilhar a vida com alguém.
– Está novamente solteiro...
José Maria Tallon –
Estou, ultimamente nos verões é sempre assim [risos]. Nunca prolongo as coisas além de um determinado ponto e quando percebo que não está a funcionar ou deve terminar, termino.
– A relação com a Raquel já terminou há muito tempo?
Não muito, mas mantemos a amizade. Gosto muito da Raquel e acho que tem um coração fantástico. A determinada altura os nossos objetivos de vida não eram os mesmos  e tudo tem um início e um fim, o que comigo se começa a tornar repetitivo...
– O José Maria encara o fim das relações com otimismo...
Sou um eterno otimista. O meu pai achava que eu era in­consciente, mas a verdade é que tento somente tirar as coisas boas da vida. O tempo continua. Se me pergunta se gostava de me sentir estável com alguém, claro que sim, mas também não estou desanimado, pois tenho a certeza de que vou encontrar alguém que me acompanhe na minha vida.
– A verdade é que já se especula que estará novamente apaixonado por uma médica dentista, que estará, inclusivamente, aqui em sua casa...
Não é ver­dade, nem está cá em ca­sa, como se pode cons­tatar. Acre­dito que haja alguma confusão, já que realmente tenho jantado com a minha médica dentista, pois somos amigos. Hoje, não é minha namorada.
– Mas poderá vir a ser?
Não gosto de falar sobre o futuro, já que não tenho muito jeito. Estas férias vou aproveitar a companhia dos miúdos e depois, quando regressar, em setembro, logo se vê. Jamais ponho uma possibilidade de parte, nunca ou sempre não fazem parte do meu voca­bulário.
– Estas são as tradicionais férias em família...
Sim e espero que assim se mantenha por muitos anos, já que a família terá tendência para aumentar. Este ano está cá a namorada do Pepe e só falta o Eduardo, que está em Lisboa, já que tem um amigo doente. Estamos a pensar aumentar a casa para receber quem passar a fazer parte da vida dos meus filhos [risos]. Este é sempre um momento de reflexão e comunhão entre família.
– Tem uma relação de grande proximidade com os seus filhos...
Sim e são eles que querem estar sempre perto de mim. Feliz­mente consegui transmitir-lhes o mesmo sentido de família que os meus pais me ensinaram e fazemos questão de passar muito tempo juntos. Somos muito unidos e eles sabem que podem contar comigo incondicionalmente.

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