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Helga Barroso: “O Manuel esteve sempre ao meu lado a apoiar-me”

A relações-públicas falou com a CARAS sobre o namorado, Manuel Lança Lopes, e sobre a acusação de roubo e respetiva queixa-crime de que foi alvo por parte do ‘chef’ Olivier Costa, por alegado desvio de dinheiro.

Inês Neves
30 de agosto de 2012, 10:00

Feliz, serena e de consciência tranquila. É assim que Helga Barroso se sente neste nova fase da sua vida. A trabalhar como relações-públicas da discoteca Seven, em Vilamoura, e a viver uma relação apaixonada com o gestor bancário Manuel Lança Lopes há cerca de um ano, Helga desvaloriza a acusação de roubo e a respetiva queixa-crime, da qual foi alvo por parte de Olivier Costa, por alegadamente ter desviado dinheiro do restaurante Guilty, em Lisboa, onde trabalhava.
– Passados três anos, está de volta à diversão noturna no Algarve. Já tinha saudades?
– É bom vol­tar, sim. Já tinha saudades. Surgiram algumas propostas para voltar e esta foi a que reuniu as melhores condições. O Seven é um projeto bastante consistente, com uma base forte para poder continuar durante mais anos, e eu gosto de estar envolvida nele. Apesar de não gostar muito de confusões, está a ser muito bom trabalhar no Algarve e aqui nem sinto aquela pressão dos horários, de andar sempre a correr de um lado para o outro, porque do meu alojamento ao meu local de trabalho distam apenas alguns metros. Dou dois passinhos, tenho a praia, dou outros dois, estou no meu quarto, e mais dois, estou no meu local de trabalho. E assim consigo fazer tudo, trabalhar e ter tempo para mim, ir à praia, ao ginásio, e namorar. Até o pequeno-almoço tomo, apesar de me deitar às 7h da manhã.
– Ninguém diria que não gosta de confusão e que prefere deitar-se cedo…
– Mas é verdade. Sou muito de me levantar e deitar cedo, gosto muito de aproveitar o dia, das coisas boas que a vida me dá, de ter tempo para ir ao ginásio, de poder chegar ao final do dia e dizer que o meu dia foi rentabilizado com muito trabalho e muitas coisas boas. Mas a maior parte do ano a minha vida é feita assim. Agora, neste momento, tenho tudo virado ao contrário. A primeira semana é sempre muito difícil, porque há a troca de horários. Quan­do devo estar a dormir, estou a trabalhar, e depois acabo por andar um pouco a ‘bater com a cabeça nas paredes’.
– Como é que o Manuel se adapta a este seu estilo de vida?
– Bem. Nós conseguimos sempre adaptar-nos um ao outro. Por exemplo, ele teve agora uma semana de férias e veio para aqui comigo, esteve sempre ao meu lado a apoiar-me. E foi muito bom. Fizemos praia, namorámos, eu trabalhei e ele pôde usufruir um bocadinho de tudo o que se passa aqui. Além disso, o Manuel também vem aos fins de semana.
– É uma forma de o seu namorado perceber melhor o seu trabalho?
– Sim, somos duas pessoas que trabalham em áreas completamente distintas. Mas já percebi que o Manuel gosta muito desta minha área e que se interessa por saber como é que as coisas funcionam. É muito curioso e, às vezes, até faz algumas perguntas que acho bastante interessantes. Uma pessoa que nada tem a ver com isto, apenas sabe divertir-se e usufruir daquilo que lhe proporcionam, no caso dele, acho engraçado, porque ele vê desde A a Z como se monta uma festa, como tudo funciona. Ele é uma pessoa bastante inteligente e gosta de perceber o que eu faço, não só de me acompanhar.
– É importante para si tê-lo aqui sempre ao seu lado?
– É sempre importante para mim, no momento em que tenho uma relação sólida, que a pessoa que me acompanha esteja sempre ao meu lado. A companhia e a partilha são para tudo, para todos os momentos. E eu sou muito organizada, portanto, quando ele chega, já tenho tudo muito bem organizado para poder ter tempo para estar com ele. E se for preciso fazer alguma coisa entretanto, ele até me ajuda. Ele é muito companheiro, partilha tudo comigo.
– E não há espaço para ciúmes?
– A base de qualquer relação é a confiança. Se não houver confiança, é porque a relação não tem consistência para avançar. E eu também já não tenho 20 anos… Penso que ambos sabemos bem aquilo que queremos. Se não houver uma base de confiança, não vale a pena.
– Portanto, não é difícil manter uma relação trabalhando na noite, com esses horários e estilo de vida?
– Quando o Manuel me conheceu, eu já trabalhava nesta área. Portanto, nada lhe foi escondido. Ele tem de perceber, não há alternativa… Em relação às ausências, têm sido muito poucas também. Nós conseguimos adaptar-nos perfeitamente aos horários e trabalhos de cada um. E é bom haver uma ausência de vez em quando, é bom sentir saudades. Embora a nossa relação já tenha algum tempo, as nossas ausências fazem com que tenhamos sempre mais vontade de voltar a estar um com o outro. As saudades alimentam a relação.
– Há uns meses foi acusada de roubo pelo empresário e chef Olivier Costa. Como reage a isso?
– Esses assuntos são para ser tratados nos sítios devidos. E cada coisa a seu tempo. Isso está a ser tratado com alguma delicadeza. Mas também costumo dizer que as verdades vêm sempre ao de cima. Por isso, nem sequer vou comentar as notícias que têm saído.
– Mas ele apresentou uma queixa-crime contra si…
– Sim, mas eu primeiro pu-lo no Tribunal do Trabalho. Esse assunto está entregue aos meus advogados.
– Contudo, tudo isto pode denegrir a sua imagem. E, uma vez que aconteceu antes de abrir o Seven, poderia tê-la prejudicado nesse sentido…
– As pessoas que estão envolvidas neste projeto já trabalharam, todas elas, comigo e já me conhecem há muitos anos. E numa equipa vencedora não se mexe. Portanto, acredito que não seria pelas notícias que saíram que as pessoas iriam deixar de acreditar no meu trabalho. E as pessoas que me contrataram, antes de o fazerem, terão seguramente pedido algumas opiniões. E eu sei que fui recomendada por muitas pessoas. Portanto, não tenho receio nenhum e durmo muitíssimo bem. Mas é chato, claro. No fundo, é mais uma mágoa do que uma preocupação.

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