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Patrícia Bull partilha as emoções da maternidade

O primeiro filho de Patrícia e do marido, Ricardo Gonçalves, deve nascer em meados de dezembro. O casal ainda não sabe o sexo do bebé e a atriz diz que não tem preferência.

Marta Mesquita
15 de agosto de 2012, 17:00

Em setembro passado, Patrícia Bull, de 34 anos, e Ricardo Gonçalves casaram-se no Alentejo, depois de aproximadamente um ano de namoro. Agora, preparam-se para o nascimento do seu primeiro filho, cujo sexo ainda desconhecem. Aos cinco meses de gravidez, a atriz, que abrandou o ritmo profissional, diz que esta fase da sua vida está a ser muito tranquila.
– Como está a ser a experiência de formar a sua própria família?
Patrícia Bull
– A vida de casada é ótima. É bom partilhar experiências e sentirmo-nos acompanhados.
– E como tem sido a gravidez?
– Estou sempre cheia de fome! [risos] E isso é um problema! Durante um mês e pouco senti muitos enjoos, mas passaram. Reduzi um bocadinho o ritmo, estou a trabalhar mais como locutora, e sinto-me muito bem.
– Tem sido fácil lidar com todas as mudanças próprias da gravidez?
– Na minha cabeça já existe diariamente a presença de um filho, o que torna tudo completamente diferente. Agora, tudo o que penso e os planos que faço já incluem o bebé que aqui está. Tudo está relacionado com ele. Dá-me muito gozo pensar em mais uma pessoa… Antes era só eu, depois passei a ser eu e o meu marido, e agora passamos a ser três. Em relação às mudanças físicas, já comecei a engordar um bocadinho… Vou tentar não engordar mais do que 11 quilos até ao final.
– Já sabem o sexo do bebé?
– Ainda não sabemos, mas também não temos qualquer preferência. Quero é passar uma boa gravidez, que o bebé esteja bem e que seja uma vida a três maravilhosa.
– Como é que se tem preparado para o nascimento do bebé? Lê muitos livros, pede opiniões a amigos que já foram pais?
– Nós gostamos muito de falar com os nossos amigos que já foram pais sobre a experiência deles. Agora é normal as conversas durante os jantares começarem ou acabarem nos bebés e nas crianças. E também tenho lido muito. Ainda há pouco tempo fiz anos e muitos amigos deram-me livros sobre gravidez e bebés.
– É uma grávida ansiosa?
– Não. Queria muito ser mãe, mas não tinha urgência nenhuma. Estava à espera de que esse desejo se realizasse naturalmente, e foi o que aconteceu. Estou é com muita curiosidade para conhecer o bebé e até já sonhei três vezes com isso. Quero tê-lo cá fora!
Recentemente, gravou a série Maternidade, da RTP. Este trabalho ajudou-a a preparar-se para esta etapa?
– Sim, sobretudo fiquei a par de tudo aquilo que pode não correr bem! Mas consigo abstrair-me disso e quase que apago essas coisas más. Maternidade foi um trabalho que me deu muito gozo fazer. Esta série tem uma história muito emocional e acho que vai prender o público, porque ali fala-se de problemas, angústias e alegrias reais.
– Passados 15 anos desde a sua estreia, já chegou onde queria chegar, ou ainda ambiciona muito mais?
– Gosto que a minha vida seja tranquila, preciso dessa serenidade e desse ritmo que não me atropela. Estou concentrada neste passo de constituir família. O resto logo se vê. Vivo bem o presente e não quero sentir uma insatisfação permanente. A minha vida satisfaz-me.

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