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Cláudia Semedo fala da gravidez: "Estou a viver tudo com muita alegria e serenidade"

Grávida de seis meses, a atriz e apresentadora e o marido, João Ribeiro, vão ser pais de uma menina que se irá chamar Alice.

Marta Mesquita
4 de agosto de 2012, 12:06

Cláudia Semedo, de 29 anos, sempre quis ser mãe. Um desejo que em breve se tornará realidade com o nascimento da sua primeira filha, Alice, previsto para finais de outubro. Grávida de seis meses, a atriz e apresentadora dos programas Nós e A Química das Coisas falou com a CARAS deste momento feliz, partilhado com o produtor de informação João Ribeiro, de 27 anos, com quem se casou no dia 28 de julho, numa cerimónia em que juntaram mais de 150 amigos e familiares.
– A Cláudia e o João já viviam juntos. Porque é que decidiram casar-se?
Cláudia Semedo
– Casámo-nos porque gostamos muito um do outro e queríamos partilhar esses sentimentos com as pessoas que nos são mais próximas. Achámos que seria um momento divertido para vivermos ao lado de familiares e amigos.
– Mas decidiram casar-se porque vão ter um filho?
– Não, a decisão de nos casarmos foi anterior à gravidez. Não era importante ter a minha filha já sendo casada.
– Pode partilhar alguns pormenores do seu casamento?
– Foi um casamento pelo civil, partilhado com os nossos amigos e familiares.
 – Como é que está a viver a gravidez?
– Nunca escondi que ter filhos era algo que desejava muito. Aliás, sempre disse que a minha maior missão na vida era ser mãe. Em pequenina, já tinha este instinto maternal. Por isso estou a viver tudo com muita alegria e serenidade.
– Foi um bebé planeado?
– Foi um bebé muito desejado e planeado e vem mesmo na altura em que tinha que vir.
– Como é que está a lidar com as mudanças físicas e psicológicas que a gravidez implica?
– Ainda não tive um choque muito grande no que diz respeito às mudanças físicas, porque não engordei muito. É uma transformação que não me desestabiliza, muito pelo contrário... acho um charme ver uma mulher grávida. E até vou para a frente do espelho empinar a barriga, porque gosto muito de me ver assim. Em relação às transformações psicológicas, ainda não me sinto muito diferente. Talvez quem lide comigo sinta algumas transformações, mas eu não. Sinto é que há uma preocupação maior com o futuro. Sempre fui muito de viver o dia a dia sem grandes preocupações com o amanhã, e agora já começo a pensar no que vai acontecer quando ela nascer, como irá ser o ano que vem e o outro... O que notei foi que nos primeiros três meses estava mais rabugenta e menos disponível para os outros. Era dos enjoos.
– Essa preocupação com o futuro tem que ver com o lado mais instável e inseguro da profissão de atriz?
– Não… Ainda não me preocupo com isso. Trabalho há dez anos e até hoje nunca senti essa instabilidade, porque nunca me cingi a ser só atriz. Acima de tudo, sempre procurei trabalhar na área da comunicação, e isso tem acontecido. Nunca tive a preocupação de estar desempregada ou de não saber o que iria fazer a seguir. Muito pelo contrário, sempre me senti tranquila profissionalmente. Às vezes, a falta de tranquilidade que sentia até era por excesso de trabalho. Por isso, espero que tudo continue da mesma forma. Agora até vou ter que abrandar um bocadinho, porque a minha vida sempre foi uma maratona de trabalho, de sair de casa às sete da manhã e entrar só à noite!
– A Cláudia e o João já sabem que vão ter uma menina. Era o que queriam ou não tinham preferência em relação ao sexo?
– Não tínhamos nenhuma preferência. Desde que venha bem, não importa o resto. Até porque é o nosso primeiro filho e, como queremos ter mais, tanto fazia ser rapaz ou rapariga. Tínhamos apenas a expectativa de saber se o bebé estava bem, a crescer… Quando soubemos que era uma menina, reagimos de uma forma emotiva, mas penso que se fosse rapaz teríamos a mesma atitude, porque é muito especial saber quem aí vem. Eu e o João queríamos muito viver esta experiência da maternidade e paternidade, e por isso temos encarado tudo com muita naturalidade.
– E já pensaram em nomes?
– Já, vai chamar-se Alice, pois é um nome doce, como ambos queríamos.
– Está com algum receio do parto?
– Não estou com receio, porque tive a sorte de participar nas três temporadas da série Maternidade. Preparei-me muito para a minha personagem e, portanto, há coisas que para mim já não são novidade. Espero ter a oportunidade de ter um parto natural, vamos ver se corre tudo bem para que isso aconteça.
– Pensa no tipo de mãe que quer ser?
– No mínimo, quero ser tão boa como a mãe e o pai que tive. Não penso muito no tipo de educação que lhe quero dar. Penso, sim, nas oportunidades que gostava que ela tivesse. Adorava que ela fosse uma pessoa com liberdade para fazer as suas escolhas, mas tendo a consciência das consequências dos seus atos. Gostava que fosse uma pessoa preocupada com os outros, porque a relação que temos com quem nos rodeia define quem somos. Depois, gostava que a minha filha fosse destemida, que não tivesse medo de arriscar e que fosse fiel a si própria.
– Como é que percebeu que o João era o homem ideal para ser pai dos seus filhos?
– Não há nada específico que nos diga que é a pessoa ideal. São as sensações que temos que nos dão confiança para avançar. São as emoções e as vivências que temos ao lado da pessoa que nos despertam o desejo de dar esse passo. Estamos bem, felizes, e espero que essa felicidade continue.
– Quer continuar a trabalhar até ao final da gravidez ou quer viver em pleno este momento tão especial da sua vida?
– Neste momento, estou a fazer os programas Nós e A Química das Coisas, ambos como apresentadora. Queremos deixar vários programas do Nós gravados até ao final do ano. Também já terminei a faculdade e uma série de coisas que tinha em curso, porque agora quero estar concentrada nesta fase.
– Tem-se perdido muito nas compras para a bebé?
– Sempre achei que no dia em que soubesse que estava grávida iria comprar mil e umas coisas, mas ainda não comprei nada! E toda a gente está a dar tantas prendas que, se calhar, nem tenho de comprar muitas coisas.

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