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António Pedro Cerdeira garante: "Não me arrependo de nada na minha vida amorosa"

Divorciado há quatro meses da cantora Rita Guerra, o ator garante que vive agora uma fase feliz e tranquila, sem arrependimentos.

Andreia Cardinali
29 de julho de 2012, 14:00

Quatro meses depois de se ter separado da cantora Rita Guerra, com quem esteve casado menos de seis meses, António Pedro Cerdeira, de 42 anos, garante que está numa fase bastante tranquila e feliz e que continua a acreditar no amor, até porque só assim a vida faz sentido. Confiante em relação ao futuro, o ator esteve na loja Rituals do CascaiShopping, onde partilhou os cuidados de beleza que tem, assim como explicou que para ultrapassar a fase do divórcio contou com o apoio da família, em especial dos filhos, Lourenço, de dez anos, e Afonso, de sete.
– Como é que está a viver esta nova fase após o divórcio?
António Pedro Cerdeira –
Es­tou muito bem, numa nova fase, a aprender e a descobrir novas coisas. Em relação à separação, o comunicado que enviei na altura diz tudo, não tenho nada a acrescentar. Já foi em março e de alguma forma já é passado. Sinto-me bem e descontraído.
– O amadurecimento proporciona mais facilidade em ‘arrumar’ a sua vida dessa forma?
Gosto de arrumar as coisas no sítio onde elas devem ser arrumadas. A determinada altura da minha vida fiz isto ou aquilo, tive esta ou aquela relação, casei-me, foram tudo coisas boas na altura, que fizeram e continuam a fazer sentido, mas independentemente de terem sido longas ou curtas valem pelo que foram e ficam num sítio ou arquivo chamado passado e neste momento vivo o presente. Claro que não esqueço o passado, tento aprender com ele, não me preocupo excessivamente com o futuro e vou vivendo o meu presente muito bem e a tentar que cada dia seja melhor que o outro.
– Não se deixa de acreditar no amor?
Há um poema que atribuíram ao Gabriel García Márquez, mas que depois se veio a descobrir que não era dele e se chama Marionete, que diz: “Aos homens provaria quão equivocados estão ao pensar que deixam de apaixonar-se quando envelhecem, sem saberem que envelhecem quando deixam de se apaixonar.” Acho que isso responde à questão... Sempre acreditei e continuo a acreditar no amor e não me arrependo de nada na minha vida amorosa.
– Partilha a sua vida amorosa com os seus filhos?
Os meus filhos e família estão sempre a par da minha vida em todas as vertentes. A única coisa a que tento poupá-los é aos supostos romances e gravidezes que aparecem nas capas das revistas.
– E como é que eles reagiram à separação?
Prefiro não falar sobre isso.
– Mudando então de assunto: sempre teve cuidados com a imagem, ou o trabalho exige-o?
Tenho vontade, mas não tenho muitos cuidados. Tenho muitos produtos em casa, nomeadamente da Rituals. Faço algumas exfoliações, hidrato, mas depois, se for preciso, estou um mês sem fazer nada.
– A idade traz mais preocupações?
Sim, a idade traz-me alguma preocupação, mas mais de corpo do que de rugas.
– Isso terá também a ver com imagem de galã que têm de si?
Ouvi isso várias vezes ao lon­go da minha vida e sinceramen­te nunca me vi propriamente nesse papel. Claro que me sinto feliz, mas os cuidados que tenho não têm a ver com a necessidade de corresponder a uma expectativa, mas sim com o meu bem-estar.
– Como ator, é diversas vezes confrontado com a sua própria imagem de juventude. Como lida com isso?
De vez em quando espreito trabalhos antigos e sinceramente não me sinto muito mal quando me vejo mais novo, a verdade é que me prefiro agora. Só não gosto da idade que tenho [risos]. A verdade é que agora me sinto mais confiante, acho que melhorei com a idade.
– Isso quer dizer que gosta cada vez mais da pessoa que é hoje?
Sim. Sinceramente, sinto-me melhor pessoa. Com as coisas boas e más por que passei, sinto-me uma pessoa mais completa e maior.
– E enquanto pai?
Continuo a aprender a ser pai, sempre com a certeza de que é a melhor coisa do mundo. Tenho dois filhos que são uns príncipes lindos e que amo de paixão.
– Como é que se prepara duas crianças para a fase que vivemos?
Não lhes dou grandes ‘se­cas’ sobre isso, pois acho que há alturas para tudo na vida. Eles terão tempo para passar as coisas boas e más. Há pessoas que acham que as mágoas são ensinamento, eu acho que são perfeitamente dispensáveis. Se não passarmos por elas, melhor. Quero é que eles aproveitem a idade que têm, ainda sem responsabilidade e que vivam enquanto podem só as coisas boas.

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