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Maria Elisa Domingues: “Casar-me tem um significado muito especial”

A jornalista casou-se com o advogado norte-americano Sanford Hartman no passado dia 4.

Marta Mesquita
22 de julho de 2012, 10:00

No dia 4 de julho, Maria Eli­sa Domingues, de 62 anos,  casou-se com Sanford Hart­man, o advogado norte-americano com quem namorava há quatro anos. A cerimónia rea­lizou-se ao fim da tarde, no Hotel Ritz, em Lisboa, na presença de familiares e amigos mais próximos.
Dois dias depois do casamento, a jornalista contou à CARAS como está a viver esta nova fase.
– Como descreve o dia do seu casamento?
Maria Elisa Domingues
– Foi um dia feliz, que vivi de uma forma muito serena ao lado da nossa família mais próxima e dos ami­gos mais íntimos. Foi uma festa pequena, com cerca de 40 pessoas, pautada pela discrição que tenho dado à minha vida privada.
– Como estava vestida?
– Levei um fato azul lavanda, de Valentino.
– Houve algum momento da cerimónia que tenha sido especial?
– Para mim, o momento mais especial foi ver a minha neta [Amélia, de três anos, filha do único filho de Maria Elisa, Gil] levar as alianças. Eu uso um anel, o Sanford uma aliança, porque é assim que manda a tradição americana. A minha neta estava muito empenhada e encarou aquele momento com muita seriedade. Só tive pena de não ter a minha mãe comigo naquele momento, porque está doente, mas sei que ela gosta muito do meu marido e que queria que isto acontecesse. Toda a cerimónia foi um bocadinho diferente, porque a conservadora só falou em português e eu ia traduzindo para o Sanford entender o que se estava a passar. Há frases que temos de repetir e não fizemos ensaios. Por isso, houve aspetos engraçados e muito diferentes.
– Como é que o seu filho e a sua neta estão a encarar esta mu­dança na sua vida? Eles gostam do seu marido?
– O meu filho, a minha neta, a minha mãe, o meu irmão, a filha e o irmão do Sanford dão-se todos muito bem. São duas famílias com muitas afinidades. Este casamento foi muito natural para todos. O meu filho sempre apoiou esta relação, é muito amigo do Sanford e a minha neta conhece-o desde que nasceu. O Sanford, quando cá vem, traz-lhe presentes e ela fica sempre numa excitação. Depois, ele já percebe bem português, porque tem andado a estudar a língua, o que facilita a comunicação. O meu irmão também se dá muito bem com o meu marido. Aliás, até serviu de guia turístico para a família do Sanford, que veio passar estes dias connosco. E tudo isso ajuda a que criemos laços mais fortes.
– Por que é que o casamento era importante para si?
– Tanto o Sanford como eu temos um forte espírito de família e o ato formal de nos casarmos é importante. E o facto de oficializar­mos a relação mostra que, apesar da distância, há um compromisso entre nós, testemunhado pelos nossos familiares e amigos. Casar-me tem um significado muito especial.
– O seu marido é norte-americano e vive em São Francisco. Durante o namoro, optaram por não viver juntos e a Maria Elisa disse sempre que a distância nunca foi um problema para a vossa relação. Contudo, agora que se casou, pretende ir morar com o seu marido?
– Por enquanto vai permanecer tudo igual. A minha mãe, que vive comigo, continua bastante doente, e não prevejo alterações de fundo na minha vida. Eu irei aos EUA quando puder e o Sanford vem cá, como, aliás, tem acontecido.
– Que qualidades a conquista­ram no seu marido?
– O meu marido é um homem com muito sentido de humor, bastante carinhoso, e tem um feitio muito fácil. É uma pessoa aberta a qualquer opinião que eu tenha e é simples, não gosta de complicar. É também um excelente cozinheiro, tal como o meu filho, por isso sou mesmo uma mulher privilegiada. E é um excelente companheiro. Também gosta imenso de Portugal, acha que é um país fantástico.
– Vão ter tempo para ir de lua-de-mel?
– Vamos passar uns dias a Istambul.

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