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Paco Bandeira condenado a três anos e quatro meses de pena suspensa

Pelos crimes de violência e posse de arma proibida.

Redação CARAS
13 de julho de 2012, 15:53

Paco Bandeira, acusado pela ex-mulher, Maria Roseta, de violência doméstica e maus tratos à filha menor, Constança, de 13 anos, conheceu esta sexta-feira, 13 de julho, a sentença.
Nas alegações finais, o Ministério Público pediu a condenação do músico com pena suspensa do crime de detenção de arma proibida e de violência doméstica agravada à ex-mulher, e absolveu-o dos crimes de maus tratos à filha e devassa da vida privada.
O advogado da defesa, Pedro Sobral, pediu a condenação de Paco Bandeira por todos os crimes enquanto Fernando Figueiredo, advogado do cantor, pediu total absolvição.
Esta sexta-feira, Paco Bandeira foi absolvido dos crimes de maus tratos e devassa da vida privada e condenado por violência doméstica (três anos) e posse de arma proibida (nove meses, que foram reduzidos para quatro). Uma moldura penal de três anos e quatro meses de prisão. E, apesar de ser pena suspensa, Maria Roseta confessou-se feliz com o desfecho. “Fez-se justiça. Hoje é um grande dia para todas a mulheres. Hoje foi-me devolvido o respeito que me era devido. Quero agradecer à justiça que existe no nosso país e que se cumpriu. Mais uma vez, hoje sinto-me uma mulher feliz, tranquila. Foi ganho um processo”, começou por dizer a ex-mulher do intérprete de A Ternura dos 40. “Apelo a todas a mulheres que se deem ao respeito e que não abdiquem dos seus valores, porque esta [a violência doméstica] é das maiores ofensas que pode fazer-se a uma mulher”, acrescentou.
Quanto ao facto de Paco Bandeira não ter sido condenado pelos maus tratos à filha, Maria Roseta é perentória: “Os maus tratos sobre a minha filha foram sempre um facto, mas como não foram infligidos diretamente, não ficaram provados”. Depois de conhecer a sentença, a técnica superior da Segurança Social fez mesmo questão de realçar a atitude da jovem ao longo de todo o processo: “Quero dedicar este dia à minha filha, que foi a heroína de todo este processo. Foi uma menina que apesar da adversidade da situação, soube fazer valer a verdade”.

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