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Daniela Ruah: “Já não há o risco de me transformar em vedeta”

Aos 28 anos, a atriz tem conseguido alcançar todos os objetivos a que se propôs e garante que muito do seu sucesso se deve à educação, carinho e apoio que recebeu dos seus pais.

Andreia Cardinali
1 de julho de 2012, 10:00

Cada vez mais conhecidainternacionalmente, Daniela Ruah, de 28 anos, vive o típico americandream. De visita a Portugal por motivos profissionais – é a nova cara daÁgua das Pedras –, a atriz esteve no 8.º aniversário da Just, agência que arepresenta, e explicou que todos os momentos livres, quando regressa a casa,são para ser passados em família.
– Sempre que vem a Lisboa, mesmo em trabalho, a principal preocupação ématar saudades dos amigos e da família?
Sem dúvida. Cheguei no início de maio, mas fui à África do Sul fazer acampanha da Água das Pedras, voltei, fui a Nova Iorque promover a quartatemporada da série NCIS e voltei para fazer as fotografias para a Águadas Pedras, e ainda não consegui parar. Só a partir de hoje vou conseguir estarcom a família, mas em breve terei de voltar a Nova Iorque.
– A família tem sido o seu pilar em todas as ocasiões?
Sim, os meus pais sempre me ajudaram e incentivaram em tudo. Recorro aeles em qualquer situação e nunca me impuseram limites ao que poderia falar comeles. Temos uma relação muito particular e especial.
– Também lhes atribui responsabilidade pelo seu sucesso?
Sem dúvida. Não só por causa da internacionalização que me deram emtermos académicos, mas também pela ética de trabalho que cresci a ver. Ambossão extremamente trabalhadores, mesmo fora de horas, são donos das própriascarreiras e, portanto, habituei-me sempre a ser independente, dona da minhaprofissão e a trabalhar muito para chegar onde quero.
– Daí o facto de continuar a ser humilde, livre de vedetismos...
A 100%. E nunca foi necessário eles chamarem-me a atenção para nada, poisacredito que me educaram de tal forma que já não há esse risco de metransformar numa vedeta. Falamos muito e, se eles acham que a minha opinião nãoé correta ou apropriada para a situação de que estamos a falar, dizem-me logo eeu penso duas vezes no assunto. São os meus conselheiros de mais confiança.
– Com uma carreira tão pre­en­chida, há alturas em que se questiona comotudo aconteceu?
Há alturas em que me sento e penso nisso, até para ver as coisas de formaobjetiva e analisar a viagem que tem sido... Tem sido um crescimento gradual.Nunca quis ficar em Portugal para o resto da vida, para mim era lógico ir parafora e ver o que poderia acontecer.
– E tem conseguido ter tempo para a parte pessoal?
 – Sim, desde que queiramos, tudo seconsegue. Posso não conseguir viajar como quero, devido ao trabalho, mas tudose arranja.
– E mantém-se o desejo de casar e ter filhos?
Claro que sim, sobretudo agora, que tenho 28 anos. A minha vontadeaumenta... Quando estiver preparada e encontrar a pessoa certa, acontecerá, sempressões.

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