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Emilio Valls fala de Portugal com paixão

O cirurgião espanhol recebeu-nos em sua casa, na zona da Boavista, no Porto, ao lado da mulher, Paula Silva, da filha de ambos, Maria,de sete meses, e do filho dele, Rafael, de nove anos.

Joana Brandão
26 de maio de 2012, 16:00

EmilioValls rendeu-se a Por­tugalhá 20 anos, quando se estabeleceu, profissional e emocionalmente, no Porto.Especialista em Cirurgia Geral e mestre em Medicina Estética, o médico espanholtem na Clínica Luso Espanhola o seu maior exemplo de sucesso. De tal forma queno próximo ano pensa expandir-se para Lisboa. Onde começou, aliás, portrabalhar, nos anos 90, a convite de José Maria Tallon.
Ao lado da atual mulher, Paula Silva, com quem tem uma filha, Maria,de sete meses, e do filho, Rafael, de nove anos, nascido do seu primeirocasamento, com Carla Neves, Emilio Valls re­cebeu-nos em sua casa, ondenos falou sobre a sua paixão por medicina, por Portugal e por arte.
– O que o trouxe ao nosso país?
Emilio Valls – Vim a convite do meu amigo e conterrâneo José Ma­riaTallon, para ajudar na clínica dele, e acabei por me estabelecer como cirurgiãoestético. Quando cheguei, esta área estava pouco desenvolvida em Portugal e,como havia muito para fazer, resolvi ficar dois ou três anos. Era essa a minhaideia inicial, mas acabei por me apaixonar pelo país...
– E o que o fez ficar no Porto?
– O Porto é uma cidade lindíssima e com uma grande qualidade de vida. Alémdisso, apaixonei-me e casei-me com a mãe do meu filho. O casamento durou 13anos e, entretanto, reencontrei o amor ao lado da Paula.
– Estão juntos há dois anos e há sete meses nasceu a Maria. É um homem depaixões?

– Acho que a vida é muito curta e que devemos vivê-la com intensidade.Estava separado há dois anos quando conheci a Paula e apaixonei-me. Estamosjuntos desde então e creio que temos tudo para sermos felizes.
– É diferente ser pai de uma menina?
– Ser pai nove anos depois de o Rafael ter nascido é diferente, porquetenho mais disponibilidade e consigo desfrutar mais do crescimento da Maria.
Trabalha há mais de 20 anos com a beleza feminina. Como vê, hoje, asportuguesas?
– Hoje já não há tabus em relação à cirurgia estética. As mulherescuidam-se cada vez mais e acredito que a tendência não vai parar. Quer sequeira quer não, somos julgados pelo que aparentamos e a imagem tem cada vezmais importância. No fundo, o que vendemos é felicidade, ajudamos as pessoas asentirem-se bem com elas mesmas.

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