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Carolina Torres, uma 'maria-rapaz' feliz

A apresentadora do ‘Curto-Circuito’ foi uma das convidadas para participar na rubrica ‘Portefólio’, do programa ‘Fama Show’. Nesta sessão fotográfica, Carolina mostrou o seu lado mais feminino.

Marta Mesquita
20 de maio de 2012, 12:00

Carolina Torres, de 23 anos, ficou conhecida do grande público quando concorreu ao programa da SIC, Ídolos. Apesar de não ter chegado à final desta competição musical, a sua personalidade irreverente chamou a atenção, surgindo mais tarde o convite para ser uma das apresen­tadoras do Curto-Circuito.
Carolina foi mais uma das convidadas da rubrica Portefólio do programa Fama Show, cujo making of acompanhámos, e revelou os sonhos e as fragilidades que se escondem por detrás da jovem descontraída que se vê na televisão.
– Tornou-se conhecida através da música, mas hoje é também apresentadora. Foi fácil adaptar-se ao mundo da apresentação?
Carolina Torres
– Cantar ou ser apresentadora não é assim tão diferente, porque em ambos os casos estamos a comunicar, que é, aliás, a minha grande paixão. Gosto de chegar às pessoas.
– Há pessoas que, independentemente do que façam, querem é ser famosas. Alguma vez foi o seu caso?
– Não, e acho que querer ser famoso não deve ser um objetivo, pois pode levar a uma grande desilusão. Não podemos crescer com esse objetivo. Temos é de ambicionar ser bons e felizes naquilo que fazemos. A fama é apenas uma consequência do nosso trabalho.
– Sente que é preciso saber-se muito bem quem se é e ter um bom apoio familiar para, ao chegar à televisão, a pessoa não se deslumbrar com a fama?
– Sim, é preciso termos uma vida que realmente amemos. Quando concorri aos Ídolos tinha um namorado de quem gostava, uma família que me dava muito apoio e já tinha tudo para ser feliz. A minha realização não dependia daquilo. E é importante sabermos distinguir as coisas. Não po­demos deixar que tudo na nossa vida dependa de um programa de televisão ou da nossa carreira. Há um mundo para além disso. É a melhor for­ma de levar as coisas de uma forma mais descontraída.
– E que mais se pode dizer sobre a sua personalidade, além de ser uma pessoa descontraída?
– As pessoas pensam que sou descontraída, mas sou muito ansiosa! Estou sempre ansiosa com tudo o que pode vir a acon­tecer-me. Sempre desejei muito viver o dia seguinte! Sou alguém que está a começar a perceber o que é realmente a vida. Começo a sentir-me mais feminina e acho piada a isso. Continuo a ser um bocadinho maria-rapaz, mas também gosto de calçar uns saltos altos e sentir-me uma senhora. Acima de tudo, gosto de ser feliz e que as pessoas à minha volta também o sejam.
– A Carolina sempre se distinguiu pelo seu visual original e personalidade irreverente. É mesmo uma contestatária?
– Sou. Gosto muito de contestar, de fazer coisas diferentes e de arriscar.
– E isso nunca abalou a relação que tem com a sua família, por exemplo?
– Não. Sempre me dei muito bem com a minha mãe, nunca lhe fiz uma ‘birra’. Com ela, aprendi a dar valor àquilo que tenho. E essa atitude é muito importante na minha vida. A minha mãe incentivou-me a seguir os meus sonhos artísticos e foi sempre a minha parceira de guerra, que alinhava nos espetáculos que eu fazia em casa.
– Quando participou nos Ídolos tinha namorado. Continua a ser comprometida?
– Não. Estou solteira. Mas se aparecer alguém... Não sou muito ditadora nessas coisas, porque o coração é que manda. Contudo, neste momento estou muito concen­trada no meu trabalho.
– O que é que a conquista num homem?
– O sentido de humor. Um homem tem de me fazer rir. E tem de ouvir boa música. Quero estar ao lado de alguém com quem possa aprender, rir e fazer as maiores palhaçadas do mundo. E se for bonito, também é positivo. [risos]
– É romântica? Casar-se e ter filhos faz parte dos seus sonhos?
– Aquele conceito mais tradicional do casamento não me diz nada. Se algum dia me casar, vai ser de uma maneira muito original. Durante algum tempo achei que iria casar-me num skate park, com uma banda a tocar e os meus amigos punk a ver. Em relação a ser mãe, gostava de ter filhos, como a maior parte das pessoas. Todos nós sentimos que temos muito amor para dar.
– E que sonhos profissionais a movem?
– Gosto muito de música e adorava unir esse mundo ao da televisão. Gostava de produzir um programa de música, por exemplo. Mas quero fazer tantas coisas...  Adorava tirar o curso de Produção Musical ou então de Psicologia. São cursos que de certeza iriam realizar-me bastante.

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