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Inauguração de loja reúne famosos elegantes e atentos à imagem

Durante o evento, os homens assumiram que também são vaidosos.

Redação CARAS
13 de maio de 2012, 14:00

Defende Diogo Infante: “A vaidade já não é só uma prerrogativa das mulheres, felizmente os homens também se cuidam.” Pudemos comprovar que está certo durante o cocktail de inauguração da loja Hugo Boss, na Av. da Liberdade, em Lisboa, durante o qual aproveitámos para pedir a alguns dos homens presentes que nos confessassem as suas vaidades. O ator assumiu ser ele próprio um homem preocupado com a ima­gem e que gosta de ir às compras: “Sou um bocadinho consumista. Prefiro comprar uma peça boa do que muitas fraquitas. Portanto, às vezes espero para ter aquelas calças, aqueles ténis ou casaco que andei a namorar. Felizmente tenho esta relação com esta marca há sete anos, o que significa que 80 por cento do meu guarda-roupa é Boss. Mas não sou muito de modas. Mantenho o meu estilo sóbrio e bastante descontraído durante o dia. Às vezes vejo-me ao espelho e penso: ‘Diogo, já não és um miúdo, se calhar não devias usar esses calções.’ Gosto sobretudo de me sentir confortável e dou muita atenção à qualidade dos materiais. E quando queremos ter um determinado ar, a roupa ajuda. Espero não me ter portado mal hoje.”
Na mesma linha, também o ator Paulo Pires confessou que é tão vaidoso quanto a mulher, Astrid Werdnig: “Sou mais rápido a preparar-me, sou mais seguro do que quero... mas acho que somos os dois igualmente vaidosos, confesso. E claro que tenho alguma preocu­pação com a imagem. Acho que com a idade talvez tenha passado a ligar mais um bocadinho a isso, o que acontece principalmente quando se trabalha neste meio. Mas até agora ainda não sofri com o aparecimento de nenhuma ruga.”
Por seu lado, Luísa Beirão afirmou ser uma mulher atípica, pois não gosta de perder muito tempo às compras: “Sou muito esquisita e simultaneamente rápida a comprar roupa. Não sou nada indecisa e só vou onde quero, onde acho que vou encontrar alguma coisa para mim, e não gosto de quase 95 por cento das coisas de uma loja. Normalmente é chegar, dar uma vista de olhos geral, pegar nas coisas e experimentar. Já não sou consumista e nem cometo loucuras, principalmente desde que fui mãe, por falta de tempo, de disponibilidade mental e de vontade.”

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