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Camilla Belle: 'Não julgo ninguém, é fácil perdermo-nos'

Jovem atriz em Hollywood e um nome sempre presente nas listas das mais bem vestidas, Camilla, filha de uma empresária brasileira, concretizou o sonho de visitar a ilha da CARAS.

Redação CARAS
25 de abril de 2012, 11:00

Menina bonita de Hollywood, Camilla Belle, de 25 anos, começou cedo a representar e aos 11 anos foi uma das crianças de Parque Jurássico – O Mundo Perdido. O verão passado os portugueses puderam vê-la na comédia Sem Prada Nem Nada. Nascida em Los Angeles, nos Estados Unidos, onde ainda reside, é filha da empresária brasileira Deborah Gold e garante que nunca se deixou deslumbrar pela fama, que sabe ser efémera. “Comecei cedo, com um ano já fazia publicidade. Cresci sob o olhar do público, viajei e conheci muita gente, mas nunca me deslumbrei. Creio que a maneira como fui criada e os valores de fa­mília foram primordiais na minha formação profissional”, defende. Com um filme pronto a estrear (Open Road, onde contracena com Juliette Lewis e Andy Garcia) e mais dois em fase de pré-produção (um deles com Peter O’Toole), aproveitou um intervalo no trabalho para visitar o Brasil a convite da CARAS. “Sempre tive vontade de conhecer a ilha da CARAS, via as fotografias das celebridades na revista e ficava cheia de inveja! Isto é lindo, está rodeado de uma natureza incrível”, confessa, adiantando, num português muito claro, que adora telenovelas, brigadeiros e MPB (Música Popular Brasileira).
– O que gosta de fazer no Brasil?
A primeira coisa é comer! É obrigatório comer gelados e beber água de coco, deliciar-me com pão de queijo e biscoito de polvilho. Comprar biquínis também. E as minhas amigas pedem-me bijutaria, sandálias ou qualquer coisa com a imagem do Cristo Redentor.
– Como é o seu dia-a-dia em L.A.?
A minha vida é muito simples, juro. Adoro estar em casa com as minhas cadelinhas, Evolet e Kiki, e mantenho os amigos de infância. Trabalho numa indústria que envolve muito glamour, mas não se vive só de passadeira vermelha. Aprendi a separar trabalho e diversão. Se vou a uma festa, é porque envolve um profissional que admiro ou por uma boa causa.
– É muito discreta, não se envolve em escândalos...
Os meus pais sempre foram muito presentes e deram-me boas bases. Conversamos sobre tudo. A minha mãe também é minha empresária, stylist, produtora, melhor amiga... Não julgo ninguém, porque é muito fácil perdermo-nos no caminho, deslumbrarmo-nos...
– Começou a trabalhar muito cedo. Arrepende-se?
Acho que isso me ajudou mui­to, se começasse agora seria mais difícil. Foi importante aprender que um ‘não’ nem sempre é pessoal. Às vezes fazemos um bom teste, mas o realizador precisa de uma atriz mais baixa, mais loira, sei lá. Acredito que as coisas acontecem na hora certa.
– O seu estilo é muito comen­tado e está sempre na lista das mais bem vestidas. Qual é o segredo?
Não é nenhum mistério, é uma questão de nos vestirmos de acordo com a idade e a ocasião. Sou nova, posso arriscar, e permito-me essa liberdade, mas tenho bom senso. Mas também sei que nunca se agrada a toda a gente.
– Já treinou poses em casa antes da passadeira vermelha?
Quase, mas não cheguei a tanto! [risos] Sou observadora e presto sempre atenção a mulheres como Jennifer Lopez, Nicole Kidman e Charlize Theron, que têm uma presença incrível.

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