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Miguel Ángel Leal: "Há mulheres portuguesas muito inspiradoras"

Um dos jovens solteiros mais cobiçados em Espanha, o diretor de ‘marketing’ da Cristian Lay, da qual também é criativo, assegura que constituir uma família é um dos seus maiores sonhos.

Redação CARAS
1 de abril de 2012, 14:00

Filho de Ricardo Leal, fundador da multinacional espanhola Cristian Lay, que se dedica ao fabrico e venda direta de produtos de cosmética, joalharia e roupa, Miguel Ángel Leal, de 32 anos, garante nunca se ter sentido pressionado a seguir os passos do pai. No entanto, o facto de, desde os 16 anos, ter passado as suas férias de verão a trabalhar na empresa paterna e de ter crescido a ouvir falar do negócio com uma enorme paixão, acabou por o conduzir ao departamento de marketing, do qual se tornou diretor, além de ser autor de algumas coleções, através das quais dá asas à criatividade. Durante uma curta passagem por Lisboa, cidade que conhece bem e que visita com alguma regularidade, Miguel falou com a CARAS.
– Um produto de sucesso deve-se a uma boa estratégia de marketing ou à qualidade e ao design da peça?
Miguel Ángel Leal – Acredito que um produto tem de ter qualidade, mas também deve contar uma história. As coisas podem ser bonitas ou feias, depende de quem olhar para elas, mas todas têm que ter uma história. Quando estamos a criar uma peça, estamos a pensar em algo e temos de saber transmiti-lo, e é aí que o marketing nos pode ajudar.
– Parece que é um jovem solteiro muito cobiçado em Espanha. Tenciona manter esse estatuto ou um dia destes sobe ao altar?

– Adoraria constituir uma família, mas com o ritmo de vida que tenho, em que passo os dias a viajar ou a criar, é complicado encontrar alguém com quem possa partilhar a minha vida. E para mim a família é algo tão importante que tenho de estar seguro antes de dar esse passo.
– A mulher portuguesa é inspiradora?

– Algumas são muito inspiradoras! [risos]
– Muito diferentes das espanholas? Há a ideia de que a mulher espanhola se produz muito mais do que a portuguesa...

– Acho que isso era dantes, agora não há diferença. A mulher portuguesa está na moda, produz-se também muito bem.
– Portanto, não seria difícil apaixonar-se por uma mulher portuguesa?

– Não, nada difícil.

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