Nas Bancas

Daniel Oliveira e Andreia Rodrigues: "Ter tempo para namorar é fundamental"

Daniel e Andreia foram alguns dos convidados que estiveram no camarote da CARAS para assistir aos desfiles de carnaval na Avenida Sapucaí, no Rio de Janeiro.

Cristiana Rodrigues
11 de março de 2012, 14:00

Namoram há cerca de dois anos mas raramente aparecem juntos em público ou, pelo menos, não se deixam fotografar. No entanto, no camarote CARAS, no Rio de Janeiro, onde estiveram a assistir aos desfiles do carnaval mais famoso do mundo ao lado de estrelas como as atrizes Carolina Ferraz e Glória Pires ou a cantora dos Black Eyed Peas, Fergie, Daniel Oliveira, de 31 anos, e Andreia Rodrigues, de 27, posaram para as objetivas fotográficas e deixa­ram transparecer o momento feliz que estão a viver. Discretos no que diz respeito à vida a dois, responderam a todas as perguntas que se relacionavam com esta estada no Brasil, mas deixaram por responder questões como “Até onde é que seriam capazes de ir por este amor?” ou “Ponderam oficializar o namoro?”.
– Estiveram no Rio de Janeiro a festejar o carnaval. Foi a primeira vez?
Andreia Rodrigues –
Sim, foi a primeira vez. Está a ser muito divertido. É bom estar aqui no sambódromo e viver esta experiência ao vivo. É de facto uma mistura de cores, de criatividade, de som incrível.
Daniel Oliveira – Eu já tinha estado cá em 2009, mas foi em trabalho para a SIC. Estar aqui sem qualquer tipo de obrigação permite absorver melhor o espetáculo e vir mais bem preparado, saber alguma coisa sobre as escolas, saber algumas letras.
Andreia – É de facto, se não o maior, um dos maiores espetáculos do mundo. Tudo o que cada desfile envolve é impressionante, mas sobretudo a alegria das pessoas é uma das melhores recordações que vou levar daqui. Conseguimos estar mesmo junto da Avenida [Sapucaí], aqui no camarote da CARAS, e isso foi como se estivéssemos dentro do espetáculo.
– Segundo sei, esta é uma das cidades de que o Daniel mais gosta. Porquê?
Daniel –
Porque tem uma magia especial. Além de ser uma cidade lindíssima, há uma descontração e uma vivacidade de que sinto falta em Lisboa. Há uma frase que diz que “os brasileiros são portugueses à solta”. Acho que faz sentido.
Andreia – O Daniel falou-me tanto do Rio que fiquei numa ansiedade de vir, de ver se era mesmo tudo aquilo que ele dizia e cheguei à conclusão de que é mais ainda.
– Foi uma viagem divertida?
Nooossa!! [risos] Muito ‘maneira’! [risos] Nunca tinha vindo ao Brasil e não me importava de ficar mais uns dias, mas o trabalho assim o obriga. Tinha curiosidade em fazer o salto de asa delta e foi das primeiras coisas que fizemos. Só não imaginei que o Daniel também saltasse...
Daniel – Porquê? [risos]
Andreia – As coisas radicais costumo ser mais eu a fazer. Mas agora a sério, é uma experiência brutal, a vista lá no alto sobre a praia de São Conrado é fascinante.
– No meio de tanta agitação, deu para descansar?
Daniel –
Sim, esse é o principal objetivo desta viagem. Eu não tinha férias há quase dois anos e estava mesmo a precisar. Queríamos calor, praia e desligar da realidade, dentro do possível.
Andreia – Para mim os últimos meses também têm sido de algum desgaste com o Fama Show e o Gosto Disto. A frase ‘quem corre por gosto não cansa’ só é verdade até certo ponto. [risos] Mas já estou cheia de vontade de voltar, cheia de energia.
– Aproveitaram também para desfrutar de algum tempo a dois?
Sim, claro. É essencial. Eu, que não conhecia o Rio de Janei­ro, conseguir visitar alguns dos locais de que o Daniel me falava e viver esta experiência com o homem que amo é fabuloso.
Daniel – A questão do tempo é fundamental. Tempo para jantar, tempo para falar, tempo para olhar, namorar. Temos trabalhos em que há pouco tempo para saborear algumas das melhores coisas da vida, e aqui tivemos esse tempo.
– Quando estão em Portugal sentem que não estão tão à vontade para se expressarem com gestos de carinho em público? Estiveram mais descontraídos no Brasil?
Não, estamos no Brasil como estaríamos em Portugal se estivés­semos de férias. Acontece que em Portugal temos estado sobretudo em trabalho.
Andreia – O facto de nos verem pouco não significa que vivamos pouco, significa que queremos viver esses momentos só os dois.

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras