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Em Itália, Vanessa Oliveira fala do fim da relação com Rui Porto Nunes

A apresentadora do ‘Fama Show’, de 30 anos, e o ator, de 25, decidiram pôr um ponto final na relação, que durava há um ano e quatro meses.

Cláudia Alegria
26 de fevereiro de 2012, 11:00

Verona, a cidade italiana que William Shakespeare escolheu para palco da tragédia Romeu e Julieta, é, por excelência, um destino para casais apaixo­nados. Não foi o caso de Vanessa Oliveira. A apresentadora do Fama Show confirmou à CARAS o fim do seu namoro com Rui Porto Nunes – que faz parte do elenco da novela Rosa Fogo, da SIC –, durante uma estada de dois dias naquela cidade, onde assistiu ao desfile da coleção de verão da Calzedonia, marca da qual é embaixadora, tal como com é da Intimissimi.
– O que ditou o fim da sua relação com o Rui?
Vanessa Oliveira –
A única coisa que vou dizer sobre este assunto é: já acabou há algum tempo, estou sozinha e estou bem. E vai ser a única pessoa com quem vou falar sobre isto. Tenho muitos projetos na vida e é neles que vou pensar.
– Acredita que os relacionamentos podem terminar sem que fiquem mágoas?
Acredito. Sou amiga de todos os meus ex-namorados. Tive dois antes do Rui: o Jorge, ainda no liceu, e o João [Fernandes], que foi uma relação conhecida, e somos superamigos. Acho é que em todas as ruturas, e isso aconteceu com o João e com o Jorge, temos de passar por um período de luto.
– E esse luto implica um dis­tanciamento temporário?
Tem de haver um período  inicial de distanciamento, sim. Se namoramos muito tempo com uma pessoa e acabamos a relação, há um determinado número de coisas, de rotinas do dia-a-dia, que têm de acabar.
– Mas guardará boas recordações?
Guardo sempre as melhores recordações na minha vida. Se me perguntar se estou feliz... Estou feliz. Porque quando tomo uma decisão, é porque já ponderei muito sobre o assunto.
– Esta foi a primeira vez que esteve em Itália. Correspondeu ao que tinha idealizado?
Tinha pesquisado muito sobre Verona, portanto já tinha mais ou menos a ideia de que era uma cidade pequena e que, tirando a Casa da Julieta – onde me senti uma princesa – e a Arena, não há muito mais para visitar. Acho que vi o mais importante.
– Falando da Casa de Julieta, Verona é uma cidade de casais apaixonados. Com quem gostaria de aqui voltar?
Acho que Itália é um país de namorados apaixonados, por isso é que nunca cá vim antes! [risos] Os meus pais, a minha irmã, e uns amigos estiveram para vir comigo nesta viagem, mas, por motivos profissionais, não foi possível. Por isso, seriam eles as pessoas com quem viria.
– É um sítio romântico para passar uns dias?
Acho que sim. Antes de vir, falei com uma amiga que esteve em Veneza com o namorado na passagem de ano e disse-me que foi muito romântico. Eu sou ro­mântica, mas não sou nada lamechas. Gosto de viajar por viajar, de ver monumentos e museus. Se é um destino romântico ou não, não importa.
– Gosta de ser alvo de declarações de amor?
Claro que sim, acho que todos gostamos.
– Costuma ser precipitada nas decisões que toma ou é mais racional, mesmo no campo dos relacionamentos?
Tanto na minha vida profissional como pessoal, tenho um depósito de combustível enorme, daqueles de 80 litros, mas tenho uma reserva de apenas dois! Ou seja, quando tomo uma decisão, não volto atrás. Mas antes disso  já pensei, raciocinei, tomei de­cisões... E quando entro na reserva, a decisão está tomada. E não me lembro nunca de ter voltado atrás.
– Não se arrepende das decisões que toma?
Dificilmente, porque penso muito antes de as tomar. Pon­dero muito. Sou Gémeos com ascendente Balança, logo, tenho a precipitação de Gémeos com a ponderação de Balança. Penso muito, mas quando decido vai tudo à frente, doa a quem doer. Isto em tudo na minha vida.
– Como se vê ao espelho?
A que horas do dia?
– Depende da hora?
Sim. De manhã não me vejo ao espelho!
– Para evitar conflitos?
– Porque tenho muito mau fei­tio de manhã e posso chatear-me comigo própria. Mas depois de tomar o pequeno-almoço adoro olhar-me ao espelho [risos]. E o que é que vejo? Uma pessoa feliz. Gosto muito de mim, daquilo que sou, do que construí, e acho que é por isso que sou feliz. E gosto muito da vida que tenho, daquilo que faço, dos amigos que me rodeiam.
– Gosta mais de seduzir ou de ser seduzida?
– De ser seduzida, definitivamente e sem qualquer sombra de dúvidas.
– É incapaz de dar o primei­ro passo?
Nunca dei. Sou muito moder­na, mas nisso sou muito à moda antiga. Não gosto nada nem de conquistar nem de seduzir. Sou muito extrovertida, mas nessas coisas sou tímida.
– E a esse nível, sente que os homens se intimidam por ser uma figura pública, por ser a Vanessa Oliveira?
Sim. Eu só me sinto a Va­nessa, mas percebo essa reação, porque quando estive com o António Banderas também me apetecia dizer-lhe: ‘Tu és o Ban­deras!’ Percebo o impacto que as figuras públicas têm nas outras pessoas, mas, efetivamente, isso afugenta-as um bocadinho. E não só aos homens. Parece que nos vêm como se fôssemos de outro planeta... E nós somos só pessoas como as outras, com sentimentos, com dias bons e outros maus, com família, com problemas...
– Precisamente por ser a Va­nessa Oliveira, foi convidada para embaixadora de duas marcas de biquinis e lingerie italianas. É sem dúvida um orgulho?
É verdade. Recebi este convite com bastante alegria, porque tanto a Intimissimi como a Calzedonia são marcas muito credíveis, com as quais me identifico. E vir a Ve­rona estes dias foi muito giro e o desfile correu muito bem.

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