João Lima Pedro Miguel Ramos
1
/
6
João Lima Pedro Miguel Ramos
2
/
6
João Lima Pedro Miguel Ramos
3
/
6
João Lima Pedro Miguel Ramos
4
/
6
João Lima Pedro Miguel Ramos
5
/
6
PUBLICIDADE
João Lima Pedro Miguel Ramos
6
/
6

Pedro Miguel Ramos: “Tenho sempre tempo para a família, é sempre a minha grande prioridade”

Apesar do seu sucesso, o empresário não descura a mulher, Fernanda Serrano, nem os três filhos.

Andreia Cardinali
19 Fevereiro 2012, 10:00

Há dez anos, Pedro Miguel Ramos criou a marca amo.te. Um caso de sucesso que deu origem a diversos espaços, o mais recente dos quais no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, local que considera mágico e onde já esteve diversas vezes com os filhos, Santiago, Laura e Maria Luísa.
Feliz com o que a vida lhe tem reservado, o empresário garante que o seu sucesso não seria possível sem o apoio da mulher, a atriz Fernanda Serrano. A família, é aliás, a sua grande prioridade, como nos contou durante uma conversa que decorreu, precisamente, no recém-inaugurado amo-te ciência.
– Abrir um negócio em época de crise é um risco calculado ou uma vontade de fazer mais e melhor?
Pedro Miguel Ramos –
A obrigação de fazer mais e melhor está no sangue! O risco existe sempre em qualquer negócio, e no atual momento esse risco ganha uma dimensão maior. No entanto, se o lado racional trabalhar com o criativo, em conjunto pode-se conquistar parcerias vencedoras, e assim o risco pode ter um paladar saboroso, inspirador, vencedor.
– Porquê o Pavilhão do Co­nhecimento?
É o palco certo e desejado para qualquer marca criativa. O Pavilhão é um mundo recheado de atividades e experiências. A viver e respirar neste cenário seremos mais capazes de inovar e acrescentar novos elementos ao mundo da restauração. É o que o amo.te tem feito, como primeira love brand portuguesa, nos últimos dez anos. Aqui estaremos também mais perto das famílias e do público mais jovem.
– Em situações como esta a opinião e apoio da Fernanda são fundamentais?
Sim, sem dúvida. A Fernanda é uma das poucas pessoas que me estão próximas e que consulto.
– Há pessoas a quem a paternidade torna mais receosas e comedidas, o que não me parece ser o seu caso. Essa forma de acreditar no sucesso é também uma forma de educação para os seus filhos?
Quando vemos crescer a família, a responsabilidade aumenta, e no meu caso triplicou [risos]. O mesmo acontece com a vontade de fazer mais e melhor. Se é um bom exemplo? Acredito que sim.
– As decisões que toma são ponderadas mediante o que os seus filhos possam vir a pensar mais tarde?
Penso no momento, naquilo que é melhor para todos na atual conjuntura. Mas quem me conhece sabe que gosto de projetos e desafios a longo prazo. A estratégia costuma assentar na estabilidade. Existe muita crise de rendimento, de dedicação e entrega pelo que se faz. Pessoalmente, sempre tentei ser muito racional e consciente, por isso, conquistei uma modesta realidade.
– Enquanto empresário, a palavra ‘crise’ fará com certeza parte do seu dia-a-dia...
Nos últimos dez anos, a palavra ‘crise’ sempre esteve presente na conjuntura económica das pequenas e médias empresas, não me lembro de um ano particularmente fácil na última década. Agora atingimos o desespero da crise, usa-se e abusa-se da crise e pouco se tem feito a nível de reformas estruturais. Continua a ser mais fácil encontrar receitas diretas junto dos pequenos empresários.
– Têm tomado algumas medidas para se precaverem, em especial em relação ao futuro dos vossos filhos, ou sempre foram contidos?
Nasci e cresci no seio de uma família modesta. Fui muito bem educado pelos meus pais. Sempre vivi a realidade e não o deslumbramento.
– Como consegue conciliar a carreira de empresário com o papel de marido e pai?
Nem sempre é fácil, mas tenho sempre tempo para a família. É sempre a minha grande prioridade.
– Enquanto pai, é permissivo ou autoritário?
Sou um coração ‘mole’!
– Diz-se que as meninas têm uma relação especial com o pai. Confirma?
Sem dúvida. As meninas têm uma relação muito especial com o pai, são mais ‘mel’, mais delicadas, fantasiosas e sedutoras.
– Mas o Santiago, sendo rapaz, também deve ser muito chegado a si?
Tão chegado que até me acompanha aos jogos do Benfica [risos].

Relacionados

Comentários

ATENÇÃO:ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras

SUBSCREVA AQUI

Caras nas redes

Mais na caras

X

Sabia que o seu Internet Explorer está desatualizado?

Para usufruir da melhor experiência de navegação na nossa página web recomendamos que atualize para uma nova versão. Por favor faça a atualização aqui .