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Freida Pinto: “Termos passado pelo mesmo torna tudo mais fácil na relação com o Dev”

‘Quem Quer Ser Milionário?’ levou a atriz indiana ao estrelato e proporcionou-lhe ainda o encontro com o ator Dev Patel, com que namora.

Dawn Waterman/Celebritext
11 de fevereiro de 2012, 15:00

Para a atriz indiana, a fama chegou com Quem Quer Ser Bilionário?, vencedor do Óscar de Melhor Filme em 2009, e que pode adquirir com a CARAS da próxima semana, já que é o terceiro dos cinco títulos vencedores do Óscar daquela categoria que disponibilizamos aos leitores ao longo do mês de fevereiro (depois de O Discurso do Rei, que saiu a semana passada, e Estado de Guerra, com esta revista). Quem Quer Ser Bilionário?, aliás, não marcou apenas a vida profissional da atriz, de 27 anos, mas também a pessoal: ainda hoje namora com o protagonista masculino, Dev Patel, que conheceu na rodagem.
– Namora com o ator com quem contracenou no filme que a tornou famosa, e que se tornou famoso pela mesma razão. Facilita a relação terem passado pela mesma experiência?
Freida Pinto – Sim, passámos ambos pelo mesmo e acho que isso torna tudo mais fácil. Digamos que há um nível de compreensão de cem por cento que não seria possível noutras circunstâncias. Além disso, divertimo-nos a recordar coisas que vivemos.
– E trocam opiniões quando se trata de escolherem novos projetos profissionais?
– Falámos quando recebi o guião de Planeta dos Macacos – A Origem. O Dev estava comigo em Montreal, onde eu gravava o fim de Imortais. Planeava uns dias de férias em Londres e disse-lhe: apareceu este guião, que é fantástico, o que é que faço? Ele perguntou o que era, contei-lhe e ele disse logo: não sejas parva! [risos] Nem me faças uma pergunta tão estúpida! Portanto, sim, falamos sobre novos projetos.
– Tem feito filmes diversos, mas sobretudo ‘sérios’. Interes­sa-se por política, por exemplo?
– Sim, interessa-me tudo o que me permita pensar de forma diferente e me alargue os horizontes. Já em pequena era muito interessada em aprofundar os assuntos, fui uma criança muito inquisitiva, como dizia a minha irmã: quando ela estudava Psicologia e eu a ouvia mencionar algo fora do normal, acabava por vasculhar os livros dela à procura de explicações... Sempre tive curiosidade em aprender tudo o que posso.
– E consegue ser simultaneamente feminina?
– Oh sim, claro!
– Quantos pares de sapatos tem?
– Tenho bastantes... Não lhe vou dizer quantos, porque depois isso vai fazer desaparecer tudo o que possa escrever sobre a minha inteligência [risos].
– Duzentos pares?
– Não, mas sou completamente feminina e sinto-me feliz assim. Consigo equilibrar isso com o outro lado: tanto estou muito concentrada a rodar um filme como depois o acabo e aproveito para fazer uma massagem ou qualquer coisa do género e ser apenas uma mulher.
– E agora, vai finalmente fazer uma pausa?
– Penso sempre que vou aproveitar para ir à Índia, mas acabo por nunca ter oportunidade. Parece-me que férias é coisa que não está no meu destino a curto prazo, mas isso não é mau. Às vezes, trabalhar em determinado projeto faz-nos mudar de registo e isso é como fazer um intervalo.
– A sua vida mudou muito...
– É verdade. Agora viajo muito, é uma grande mudança. Acho que já nem percebo os fusos horários [risos], sinto que ando sempre de casa às costas, mas também acaba por ser divertido.

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