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Jovem moldava nega ser amante do comandante do Costa Concordia

O nome de Dominika Cermortan não consta nas listas de passageiros e de tripulantes do navio naufragado, o que levantou suspeitas sobre a sua ligação ao comandante Francesco Schettino.

Redação CARAS
27 de janeiro de 2012, 18:00

A presença de Dominika Cer­mortan, ex-bailarina moldava de 25 anos, a bordo do Costa Concordia, que naufragou ao largo da ilha de Giglio, Itália, não está bem explicada e levanta suspeitas da presença de viajantes clandestinos no navio. Supõe-se que viajaria a convite do comandante, Francesco Schettino, pois não constava nas listas de passageiros ou tripulantes. Poucos dias após o acidente, a jovem moldava assegurava à imprensa: “Não sou amante do comandante Schettino. Sabe porquê? Ele está sempre a mostrar a foto da sua filha quando era pequena. Um homem que quer uma amante não se comporta assim.” Dominika afirma que no momento do acidente jantava com alguns oficiais e que mais tarde um deles lhe terá pedido para permanecer no convés, já que fala cinco línguas. “Fiquei lá para o caso de ser necessário fazer o último aviso. Estava ao lado do comandante, 20 oficiais e do diretor do cruzeiro, que é uma pessoa importante no navio”, disse a jovem, assegurando: “O comandante salvou milhares de pessoas, desenvolveu um trabalho extraordinário.”
Schettino já admitiu ter cometido um erro ao passar tão perto da costa e, enquanto decorrem as inves­tigações para determinar a sua responsabilidade, continuará em prisão domiciliária, sendo acusado de homicídio por imprudência, naufrágio e abandono do navio.

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