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Nicolas Sarkozy e Carla Bruni

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Getty Images

Carla Bruni acusada de desvio de dinheiros públicos

A Fundação Carla-Bruni Sarkozy, que luta contra o analfabetismo, terá recebido dinheiro de forma ilegal. A primeira-dama francesa rejeita todas as acusações.

Redação CARAS
8 de janeiro de 2012, 12:41

Carla Bruni está envolvida num escândalo de desvio de fundos públicos. A revista Marianne publicou recentemente umainvestigação conduzida pelo jornalista FrédéricMartel, que conclui que a Fundação Carla-Bruni Sarkozy, que centra o seutrabalho na luta contra o analfabetismo, recebeu de forma ilegal 3,5 milhões deeuros provenientes do Fundo Mundial de Luta conta a Sida, Tuberculose ePaludismo, do qual a mulher de NicolasSarkozy é embaixadora. De acordo com a publicação, essa organizaçãotransferiu dinheiro “de forma ilegal, apedido da primeira-dama de França”, não só para a sua fundação, mas tambémpara “várias empresas de um dos seusamigos”, o músico e empresário JulienCivange, uma das testemunhas do seu casamento com Sarkozy.
A primeira-dama francesa já reagiu a estas acusações através de um comunicadopublicado na página oficial da Fundação Bruni-Sarkozy, no qual refere que oorganismo tem uma “contabilidade limpa”e que “a insinuação de que teria recebidofundos públicos não tem qualquer fundamento”. Carla Bruni explica que afundação nunca recebeu dinheiro do governo francês, mas em momento algum fazreferência ao Fundo Mundial de Luta conta a Sida, Tuberculose e Paludismo. Amulher do presidente francês refere ainda que nos dois anos e meio deexistência a organização recebeu “cercade oito milhões de euros de donativos”, que têm sido investidos em ações noterreno, nomeadamente com a atribuição de bolsas de estudo a alunos maiscarenciados. “Algumas pessoas poderãoconsiderar que é pouco, mas nós estamos muito orgulhosos por ter feito tanto emtão pouco tempo”, afirma.
Um porta-voz do Fundo Mundial de Luta conta a Sida, Tuberculose e Paludismotambém já veio dizer que as informações publicadas são “falsas”. “O artigo faz váriasacusações sem fundamento relacionadas com a campanha que o fundo lançou em 2010com o apoio da senhora Bruni-Sarkozy”, pode ler-se em comunicado.

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