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Diana Bouça-Nova: “Já encontrei a pessoa com quem quero passar o resto da minha vida”

A apresentadora esteve no Castelo da CARAS, em Palmela, e falou de quem é fora da televisão.

Marta Mesquita
7 de janeiro de 2012, 16:20

Diana Bouça-Nova, de 26 anos, sempre quis ser jornalista. Contudo, foi o entretenimento que acabou por a conquistar. Depois de ter trabalhado na rádio e no canal MVM, a apresentadora concorreu ao casting de Curto-Circuito e ficou à frente do programa durante dois anos. Com o fim da sua participação neste projeto da SIC Radical, Diana entrega-se agora a novos desafios, como a locução do programa Exame Informática, na SIC Notícias, e já escreveu e idealizou três programas televisivos que espera terem luz verde para avançar.
Se no campo profissional, a apresentadora sabe muito bem aquilo que quer e o caminho a seguir, o mesmo acontece na sua vida amorosa. Com uma relação feliz há sete anos com o economista Francisco Coelho Lima, de 28 anos, Diana sabe que tem ao seu lado a pessoa certa para se casar, sonho que ainda quer adiar por mais algum tempo.
Foi numa tarde passada no Castelo da CARAS, em Palmela, que a apresentadora falou de quem é fora da televisão e dos sonhos que quer realizar.
– Ser apresentadora era um sonho de infância ou foi uma oportunidade que surgiu na sua vida sem estar muito à espera?
Diana Bouça-Nova
– Foi mais a segunda. Surgiu a oportunidade e agarrei-a. Desde criança que queria ser jornalista, sempre fui muito comunicativa, adorava escrever e diziam que até escrevia bem... Por isso, quando chegou a altura, segui Comunicação Social. Comecei a trabalhar em jornalismo, fiz rádio e ainda tive a oportunidade de apresentar um programa em direto no canal MVM. Foi aí que experimentei o entretenimento e percebi que gostava dessa liberdade e criatividade, que o jornalismo não me conseguia dar. Depois, um amigo disse-me que havia um casting para apresentadora do Curto-Circuito. Tentei, fui passando todas as fases e fiquei.
– A Diana esteve durante dois anos no Curto-Circuito, mas há alguns meses saiu e entraram novos apresentadores. Foi difícil para si deixar o programa?
– Não, porque isso permitiu-me agarrar novas oportunidades. Claro que sinto saudades, mas no CC as pessoas têm um prazo de validade, sempre foi assim. Gostei muito daqueles dois anos, foi uma boa escola para aprender a fazer televisão, foi um desafio muito bom, mas já acabou. Agora é lutar por novos projetos.
– Que novos projetos são esses?
– Neste momento estou a fazer a locução para o Exame Informática, na SIC Notícias. Também percebi que queria criar novos conteúdos para televisão e foi o que fiz. Comecei a escrever e a tentar arranjar produtoras que quisessem pôr no ar esses programas. Agora estive a gravar o piloto de um deles... Apresentei três propostas, todas relacionadas com o público feminino, lifestyle, viagens, moda... Criar um programa de base é muito giro, porque não sou só a cara do programa.
– Não tem medo de ser posta na prateleira?
– É óbvio que sinto esse medo, mas sei que tenho de ser eu a fazer com que as coisas aconteçam. É muito importante ser proativo e é isso que tento ser. Tenho muita vontade de trabalhar e de fazer coisas novas. E o que me move é isso e não o medo de não ter emprego.
– No meio da incerteza que por vezes vive no campo profissional, deve saber bem ter o carinho e o apoio incondicional dos seus pais...– Os pais são sempre pais e são as pessoas que mais ouço, que me dão mais conselhos, com quem desabafo e que são os meus maiores críticos. E têm estado certos em tudo o que me têm tido, o que me custa admitir. Às vezes custa-me dar o braço a torcer... Os meus pais fazem parte de mim e faço questão de estar com eles sempre que posso.
– É teimosa?
– Sou!
– Era algo que se pudesse mudava em si?
– Não sei... Se pudesse mudar alguma coisa em mim seria o facto de por vezes ser demasiado boazinha com as pessoas. Devia saber dizer mais vezes não. Em muitas situações devia ser mais direta, tal como sou no meu grupo mais restrito de amigos. O orgulho também é um problema... Mas às vezes ainda acho que devia ser mais orgulhosa!
– Namora há sete anos com Francisco Coelho Lima. Acre­dito que esta relação tenha tido muito importância na formação da mulher que é hoje...
– Sim, toda a importância. Eu e o Kiko começámos a namorar quando entrei para a faculdade e acabámos por passar juntos etapas muito importantes, como terminar a faculdade, encontrar o primeiro emprego... E isso ajudou a que nos conhecêssemos muito bem. Ele apoia-me imenso, também é um dos meus maiores críticos e gosta que eu faça tudo bem. Ele é muito exigente comigo e ainda bem que assim é. Se tivesse um namorado que me dissesse que estava sempre linda e maravilhosa era um enjoo! É importante termos ao nosso lado alguém que puxe por nós e nos obrigue a fazer mais e melhor. É obviamente uma pessoa muito importante na minha vida.
– A Diana e o seu namorado já vivem juntos. O facto de já fazerem uma vida a dois adia o sonho do casamento?
– Não... Nós começámos a morar juntos, porque viemos para uma cidade que não era a nossa e não fazia sentido estarmos separados. Eu sonho casar-me, não posso dizer que não, mas ainda quero esperar uns bons anos para o fazer. Gostava de ter um casamento tradicional e romântico. Felizmente, já encontrei a pessoa certa para me casar, só não preciso de o fazer já.

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