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Susana Bento Ramos: “Agora sou uma ‘party girl’... caseira. Fujo das grandes festas”

A jornalista da TVI mostrou à CARAS o seu lado mais festivo e revelou os seus desejos para 2012.

Inês Neves
1 de janeiro de 2012, 16:30

Susana Bento Ramos gosta de festas... mas em casa. Dispensa confusões ou multidões e prefere passar o fim de ano no conforto do lar com os amigos mais próximos. A jornalista da TVI leva muito a sério a história das 12 passas, 12 desejos e escreve até uma lista com o que quer, para não se esquecer de nada na hora de pedir. Para 2012, Susana Bento Ramos quer, principalmente, ser feliz.
– É uma party girl ou com o tempo tornou-se mais caseira?
– Agora sou uma party girl... caseira! Cada vez mais fujo das grandes festas com muita gente. Não podem ser mais impessoais. Tenho passado fins de ano giríssimos em casa ou em casa de amigos. Boa música, boa companhia, um bom champanhe, sem confusões... não podia ser melhor!
– E também vai passar este fim de ano em casa?
– Eu adoro passar o fim de ano em casa, sem dúvida! Na minha ou na de amigos! Viajar nesta altura também não me desagrada nada, mas este ano vou voltar a optar por um programa mais intimista, em casa. A animação é sempre garantida.
– E resolu­ções para o no­vo ano?
– Além da saúde, amor e dinheiro (o jeito que me dava ganhar o Euromi­lhões!)... ser feliz!
– Nessa noite costuma olhar para trás e analisar tudo o que aconteceu?
– Engraçado, nessa noite faço uma retrospetiva, sim, mas olho, sobretudo, para a frente! Levo muito a sério a história das 12 passas e dos 12 desejos. É uma forma de estabelecer metas para o ano seguinte, é uma maneira de me situar, de não perder o eixo e perceber o que é, de facto, importante para mim. Escrevo tudo num papel no dia 31 de dezembro e quando tocam as 12 badaladas, leio esses objetivos, um a um!
– O início de um novo ano dá-lhe esperanças?
– O início de um novo ano é uma renovação! É um restart, mas, na prática, vou colher os frutos do que plantei em 2011.
– E arrependimentos do ano que passou, há?
– Alguns, mas faz parte do caminho, do processo de crescimento interior.
– O que gostava de ter feito e não realizou?
– Nada que me tire o sono.
– O que mudava?
– Em mim, quase nada. No país, na Europa, no contexto político, económico e social, quase tudo!
– E o que gostava que acontecesse em 2012?
– Gostava que acontecesse um ‘milagre’ que evitasse o colapso que todos os analistas anteveem.
– Gostaria de encontrar o amor da sua vida ou já o encontrou?
– Perdão, mas a minha vida privada vai continuar privada.
– É romântica?
– Sou.
– E ciumenta?
– Toda a gente é ciumenta e eu não fujo à regra. Depende do contexto.
– Já fez alguma daquelas ce­nas de ‘faca e alguidar’?
– Não!
– Gosta mais de seduzir ou de ser seduzida?
– De ambas.
– Que ‘armas’ usa?
– Eu sou pela paz, jamais ando armada! [risos]
– E quais são os seus pontos fracos?
– Não entrego assim o ouro ao bandido. [risos]

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