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Swailla: “Tenho consciência de que não sou uma mãe perfeita”

Swailla passou um final de tarde diferente com as duas filhas, Carolina, de nove anos, e Madalena, de 17 meses. As três divertiram-se bastante no Carrossel Romântico do Freeport.

Cristiana Rodrigues
18 de dezembro de 2011, 15:50

Carolina tem nove anos, Madalena 17 meses. As duas são filhas de Swailla. Nasceram da união da booker da Central Models com o jornalista da TVI José Carlos Castro, que prefere manter-se na posição de observador quando se trata de produções fotográficas. Assim, foram apenas as três que desfrutaram de um final de tarde animado no Freeport, em Alcochete, onde o Carrossel Romântico, inspirado nos carrosséis do princípio do século XX, fez as delícias das duas crianças. A CARAS embarcou também nesta viagem e conversou com Swailla, de 37 anos, para quem as necessidades e o bem-estar das filhas são prioridades.
– Nenhuma mãe é perfeita. Se fizesse uma autocrítica, o que é que diria?
Swailla – Tenho plena consciência de que não sou uma mãe perfeita, mas não me martirizo por isso. Sou a melhor mãe que posso ser, dou o meu melhor, tento fazer o melhor que sei, transmitir-lhes os valores que considero certos. Elas são crianças felizes e, no fundo, é isso que me interessa. Por vezes acho que não deveria ser uma mãe tão permissiva, mas não consigo!
– Errou alguma coisa com a Carolina que esteja a corrigir com a Madalena?
Não penso muito nisso. A Madalena ainda é muito pequenina, para além dos cuidados básicos, o que precisa é de mimo, atenção e que lhe sejam impostos alguns limites. Corrigir os erros que possa ter cometido com a Carolina vai passar muito pela personalidade dela.
– A Carolina tem nove anos, mas não deixa de ser uma criança. Ela acaba por se ressentir pelo facto de agora haver um bebé?
Penso que não. Ela é uma mana mais velha ‘5 estrelas’. Sempre a incluímos em tudo para que ela não se sentisse de parte e há sempre tempo e atenção só para ela. Agora que a Madalena já brinca com ela, anda nas nuvens.
– E em relação a si, a Carolina idolatra-a?
Tem dias. [risos] Há dias que me acha a melhor mãe do mundo, sou linda, quer ser como eu. Mas quando está zangada comigo, porque lhe ralhei ou não a deixei fazer qualquer coisa, sou uma ‘bruxa’ e gostava de ter outra mãe. Diz-me isso tal e qual, depois arrepende-se e vem pedir-me desculpa. [risos] Mas somos muito cúmplices. Ela está numa fase muito engraçada, está uma menina crescida. Pede-me e dá-me conselhos, temos conversas muito interessantes.
– Consegue desfrutar de momentos a dois com o José Carlos?
Sim, conseguimos. Tenho uma mãe fantástica e muito disponível, por isso temos sempre com quem deixar as crianças.
– Muitas vezes são os filhos que põem uma relação à prova. Aconteceu-vos isso?
Põem sempre, as mudanças que a chegada de um bebé implica podem abalar toda uma estrutura e se a relação não for sólida, não resiste. As atenções estão todas centradas no bebé, no nosso caso também na filha mais velha, e o casal fica para segundo plano. Mas essas mudanças são por nós encaradas como normais e ultrapassadas.
– É inevitável que ao fim de 16 anos de vida em comum se entre, por vezes, na rotina. Fazem alguma coisa para combater isso?
Rotina há sempre e com crianças é importante que assim seja. Não vejo isso como um ponto negativo na vida familiar. Por outro lado, elas proporcionam muita animação. Monotonia é coisa que não conhecemos lá em casa! [risos]
 

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