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Mariza e António Ferreira falam sobre o filho, Martim, e voltam a sorrir

Mariza participou na gala que homenageou o fado enquanto Património Imaterial da Humanidade. À saída, deixou-se fotografar com o empresário António Ferreira, pai do seu filho, Martim, de cinco meses.

Redação CARAS
14 de dezembro de 2011, 01:05

Mariza pisou pela primeira vez o palco desde que foi mãe, a 28 de junho. A fadista cantou no Coliseu dos Recreios, na gala que celebrou a elevação do fado a Património Imaterial da Humanidade, e confessou-se muito contente com este regresso. “Esta noite teve um sabor especial, porque eu já não cantava há mui­to tempo. Mas agora é uma fase nova, onde tudo é uma grande descoberta... e está a ser muito boa essa descoberta. É uma fase da vida onde se procuram outras coisas, buscam-se outras formas de estar. Com um filho é tudo muito diferente.” Recorde-se que o filho da fadista e do empresário António Ferreira, Martim, nasceu prematuro, aos seis meses e meio de gestação, com apenas 800 gramas, e esteve internado durante cerca de quatro meses e meio na unidade de neonatologia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.
Só agora, que Martim já está em casa junto dos pais, é que Mariza e António Ferreira falam publicamente sobre o assunto, pois até então consideraram que era um assunto partilhável apenas com a família. O empresário disse à CARAS não ter palavras para descrever a felicidade que sente em ter o filho perto de si e garantiu estar tudo a correr bem: “O momento em que o levámos para casa foi único para nós. Estamos mesmo muito felizes. O nosso filho está ótimo, está feliz. Estamos a usufruir dele ao máximo e estes tempos agora são-lhe todos dedicados. É uma criança calminha, ainda tem os maus vícios da noite, mas tirando isso... A Mariza está também ótima e super feliz. Agora temo-lo perto de nós, estamos radiantes até por ser também a altura que é, já que estamos no mês do Natal.” Esta foi também “uma noite muito especial” para António, que nunca tinha visto a mulher atuar em Portugal: “Foi a primeira vez que a vi em palco cá. E adorei vê-la. Estou muito feliz por ela.”
Dias antes, Mariza tinha dado uma en­trevista a Da­niel Oli­veira, no pro­grama da SIC, Alta De­fi­nição, onde confessou a angústia que sentiu quando o bebé nasceu: “Tive um ataque de pânico quando percebi que ele ia nascer (...). Não estava à espera de ver um bebé tão pequenino, nasceu com 800 gramas.” Só um mês e meio depois é que pôde tocar em Martim, que obviamen­te estava na in­cu­badora, e nessa entrevista Mariza con­fidenciou ainda que, durante estes quatro meses e meio de internamento, “o mo­mento mais delicioso de todos foi quando me disseram que podia fazer ‘canguru’ e pude pô-lo junto a mim. Foi aí que senti que era realmente meu.” Já o pior foi o dia em que recebeu alta e saiu do hospital sem o filho, ao contrário da maioria das mães que via à sua volta. “Chegarmos a casa e vermos o quarto que preparámos vazio... Nesses quatro meses todo os dias me perguntava quando é que ele iria para casa.” Tudo correu bem e agora Mariza já pode cantar com outra alegria, como fez nesta noite de gala no Coliseu dos Recreios. Afinal, diz a própria, “cantar é mostrarmos as nossas emoções”.

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