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Lourenço Tamagnini: “A Sarah é a mulher da minha vida”

Casados desde setembro, os empresários preparam-se para viver o primeiro Natal como marido e mulher. Seguros de que vão estar juntos o resto das suas vidas, Sarah e Lourenço partilharam a sua história com a CARAS.

Marta Mesquita
6 de dezembro de 2011, 16:29

Sarah e Lourenço Tamagnini, de 31 e 33 anos, conheceram-se num casamento, em maio de 2010. Apaixonaram-se e começaram a viver juntos. No dia do aniversário da namorada, a 26 de novembro, o empresário pediu-a em casamento e a 3 de setembro de 2011, Sarah e Lourenço tornaram-se marido e mulher, numa cerimónia que decorreu no Palácio dos Marqueses de Fronteira.
Juntos na vida pessoal, os empresários também partilham o seu dia-a-dia profissional, já que são sócios na Gloss Events Portugal, uma empresa de eventos ‘chave na mão’ que fundaram e que tem como áreas fortes a organização de casamentos e a dinamização de marcas.
A preparar-se para viver o primeiro Natal como marido e mulher, o casal esteve no Castelo da CARAS, em Palmela, e partilhou a sua história de amor.
– Vivem intensamente o Natal ou é uma época que vos é totalmente indiferente?
Lourenço Tamagnini
– O Na­tal é a época da família. É também uma altura em que paramos para refletir sobre o ano que passou e o que aí vem... É, acima de tudo, uma data de reunião familiar e de festa.
– Por falar em balanços, este foi um ano muito importante nas vossas vidas...
– Este foi o ano mais importante de todos!  Desde que conheci a Sarah fiquei com uma vida nova e tem sido uma aventura. Estamos juntos para o que der e vier.
– Sempre se imaginou como um homem casado, com a sua própria família?
– Sempre achei que me ia casar, só não sabia com quem. Tinha de aparecer a mulher certa. Como hei de explicar...? Não se explica. Senti que a Sarah é a mulher da minha vida e, por isso, tudo aconteceu tão rápido entre nós.
– E quem é a mulher que o conquistou?
Sarah Maraval Tamagnini
– Nasci em Paris, porque o meu pai é francês, a minha mãe é que é de origem portuguesa. Andei sempre de um lado para o outro. Já fui interna num colégio na Suíça, vivi no Brasil, fui fazer Belas-Artes para Paris, depois fui para Londres, trabalhei em Madrid... Comecei a fazer formação em canto clássico, mas depois achei que tinha de optar por outro tipo de carreira e tirei o curso de Design de Comunicação. Comecei a trabalhar na área da publicidade e, entretanto, voltei para Portugal. Estive numa empresa de eventos e percebi que era uma área que me interessava. Depois fui trabalhar para uma multinacional, mas fartei-me de usar fato todos os dias e tornei-me freelancer.
– O que é que vos fez acreditar que eram a pessoa certa um para o outro?
– Percebi que o Lourenço era o homem da minha vida quando senti que não conseguia passar mais um dia sem ele. Sempre fui muito dada à mudança e foi quando percebi que queria que o Lourenço fosse uma constante na minha vida que vi que era a pessoa certa para mim. É ótimo sentir esta estabilidade. Foi a primeira vez que senti algo tão concreto.
– Entre vocês aconteceu tudo de forma muito rápida e apaixonada. Não têm medo de que esse sentimento tão intenso também possa desaparecer rapidamente?
Lourenço
– De forma nenhuma. Todos os dias acrescentamos qualquer coisa à nossa relação. Portanto, não estamos a perder nada. Já não conseguia viver sem a Sarah, é uma realidade.
– O que é que acrescentaram à vida um do outro?
–A Sarah trouxe para a minha vida uma vontade de querer construir, realizar. Fico contente por olhar para a Sarah e ver que ela está feliz. É o meu maior objetivo.
Sarah – Vivemos num momento em que tudo é muito rápido e descartável. O Lourenço encontrou-me numa altura em que já não acreditava muito que as coisas pudessem ser genuinamente boas e verdadeiras. E ele é tão puro e romântico que me fez  ver que há experiências que não são descartáveis.
– Porque é que decidiram ca­sar-se se já viviam juntos?
Lourenço
– Pedi a Sarah em casamento, porque queria mesmo que ela percebesse que é a mulher da minha vida.  Quando pedimos alguém em casamento, significa que depois vamos ter filhos e podemos fazer as coisas by the book.
Sarah – Adorei ser noiva. No dia do nosso casamento senti-me uma princesa. Não me lembro muito do dia, só sei que estava muito feliz.
– Vivem juntos, mas também são colegas de trabalho...
– Quando o Lourenço me pe­diu em casamento, já tínhamos falado em ter a nossa empresa, porque ambos somos criativos e era bom juntarmos forças. Depois, quando comecei a planear o nosso casamento senti que havia uma falha no mercado nessa área. E então criámos a Gloss Events, uma empresa de eventos que aposta sobretudo na organização de casamentos e na dinamização de marcas. E assim avançámos para este projeto familiar, pequeno, mas muito criativo. As pessoas têm a ideia de que para se ter uma wedding planner é preciso muito dinheiro e não é verdade. Nós, por exemplo, trabalhamos com orçamentos muito diversos.
– Mas não têm medo de que a vossa vida profissional se misture demasiado com a pessoal?
Lourenço
– Não. Nem eu nem a Sarah somos pessoas fechadas, que vivamos exclusivamente um para o outro. Se a Sarah quer ir sair com as amigas vai, se eu quero fazer o mesmo, faço. Não nos prendemos. E não entramos em choque, porque como nos conhecemos muito bem, falamos à vontade das nossas ideias e nunca nos sentimos julgados pelo outro. E quem sabe se trabalharmos juntos não é algo bom para nós? Surpreendemo-nos um ao outro, mesmo profissionalmente, e isso é muito bom.
Sarah – Quando trabalho estou completamente focada, in­dependente de ter como colega o meu marido ou outra pessoa. Se algum de nós for mais duro ou impaciente, sabemos que estamos a trabalhar e não levamos isso para o campo pessoal.

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