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Angélico Vieira

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José Oliveira / TvMais

Morte de Angélico Vieira: Processo-crime arquivado

O processo que visava apurar eventuais responsabilidades no acidente que vitimou o cantor foi arquivado.

Redação CARAS
26 de novembro de 2011, 12:18

Cinco meses depois doacidente fatal na A1 que tirou a vida a AngélicoVieira, o Departamento de Investigação e Acção Penal do Baixo Vouga,Aveiro, arquivou o processo que tinha como objetivo apurar eventuais responsabilidadescriminais . De acordo com o despacho de arquivamento o veículo, um BMW 635D, quese encontrava em boas condições mecânicas apesar de já ter sofrido um acidenteanteriormente, circulava a uma velocidade entre 206,81 e 237,30 km/h e sedespistou na sequência do rebentamento de um pneu, por furo o sobreaquecimento.O documento, assinado pelo procurador JorgeMarques, adianta ainda que durante a investigação não surgiram “elementos que indiciem suficientemente tera morte ocorrido por outrem, que não Sandro Milton Vieira Angélico violasse asnormas reguladores do trânsito rodoviário ou circulasse sem a atenção oucuidados requeridos para a condução de veículos motorizados”.
Recorde-se que Angélico Vieira morreu no Hospital de Santo António no Porto, a28 de junho, três dias depois do fatal acidente que ocorreu ao km 258 da A1, nosentido norte-sul, pelas 3h15. O despiste causou ainda a morte de outropassageiro, Hélio Filipe, e deixougravemente ferida Armanda Leite. Oterceiro ocupante, Hugo Pinto,sofreu apenas ferimentos ligeiros. As autoridades apuraram que o cantor conduziacom cinto de segurança e não foram encontrados vestígios de álcool ouestupefacientes no seu organismo.

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