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Ana Guedes Rodrigues: “Gostava de ter uma família grande, é sempre mais giro ter uma casa cheia”

A pivô da TVI casou-se este ano com António Queirós, o seu namorado de longa data.

Marta Mesquita
2 de novembro de 2011, 11:41

Apaixonada pelo que faz, a pivô da TVI Ana Guedes Rodrigues, de 29 anos, reconhece que tem tido sorte na vida, mas também defende que tem provado merecer cada oportunidade que lhe deram para  mostrar aquilo que vale. Paralelamente, Ana faz questão de não descurar a sua vida pessoal e, sempre que pode, faz centenas de quilómetros para estar com a família e os amigos, no Porto. Em todos os desafios que tem enfrentado, a jornalista tem contado com o apoio incondicional do marido, o engenheiro António Queirós, com quem se casou este ano, a 23 de abril, em Marraquexe. Profundamente feliz com esta relação de longa data, a jovem admite que gostava de ter uma família numerosa: “É sempre mais gi­ro ter uma casa cheia.”

– Ser jornalista era um sonho de infância ou foi algo que aconteceu sem grandes planos?

Ana Guedes Rodrigues – Aconteceu sem grandes planos, mas agora vejo que não há coincidências, na infância já andava lá por casa a apresentar noticiários e fiz um jornal de escola... Mas não via o jornalismo como uma profissão, pensava seguir Direito, e só no fim do ensino secundário comecei a ver esta área como uma possível saída profissional.

– E a esse nível, é importante provar que é mais do que uma cara bonita?

– Isso foi uma coisa que tive de aprender. Os meus amigos sempre me disseram: “Atenção, que as pessoas bonitas têm sempre mais a provar!” E é verdade, seja em que área for. Mas penso que o meu trabalho tem vindo a provar que não estou aqui só por ser bonita. Por exemplo, gosto muito de fazer diretos, e aí não há telepontos... Sou jornalista antes de ser pivô.

– O que é que mais valoriza na vida?

– A família e os amigos, porque quando tudo falha eles estão lá e nunca me desiludem. Eles são a minha prioridade. Depois, também valorizo a minha carreira. Numa altura em que Portugal está com sérias dificuldades em pagar salários, o que nos salva é o brio profissional.

– Parece que a vida lhe tem sorrido...

– Sim, por acaso tenho tido sorte na vida, mas também me esforço por merecê-la. Tenho uma família fantástica, uns pais maravilhosos, que me transmitiram os valores que fizeram de mim a pessoa que sou hoje. Tenho uma irmã mais nova que é um doce, adora-me, vê-me quase como um ídolo! E a nível profissional tenho tido a oportunidade de mostrar o meu valor.

– Em abril casou-se com o seu namorado de longa data, em Marraquexe. Porque é que se casaram fora de Portugal?

– Marraquexe é uma cidade que me fascina e me encanta. Está aqui tão pertinho e é tão diferente... É uma mistura de cheiros, de cores... É incrível. Já lá fui muitas vezes e é uma cidade que nos diz muito aos dois. Como não tínhamos a intenção de nos casarmos pela igreja, não havia aquele imperativo de o fazer cá. E assim tivemos uma oportunidade de passar férias em conjunto com alguns amigos e familiares.

– A vida a dois mudou-a?

– Não mudou nada. O que mudou foi ter uma aliança no dedo. Parece que a sociedade nos leva mais a sério quando deixamos de dizer o meu namorado e passamos a dizer o meu marido. Nós já vivíamos juntos e foi uma ótima experiência. Quando as coisas já funcionam, o casamento não muda nada. Mas é sempre giro oficializar a relação perante os amigos e os familiares.

– Querem ter filhos?

– Gostava muito de ser mãe, mas não há um timing para isso. Tenho 29 anos e não quero ser mãe com idade para ser avó. Gostava de ter uma família grande, é sempre mais giro ter uma casa cheia, mas não sei se temos condições para isso.

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