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Duques de Bragança assistem ao batizado do sobrinho António

O batizado foi celebrado pelo bispo brasileiro D. João Terra, amigo da família. Os padrinhos de António Maria foram os primos Afonso de Bragança e Joana de Sousa Mendes, a avó e o tio Margarida e Augusto de Albuquerque de Athayde.

Marta Mesquita
30 de outubro de 2011, 22:40

Aos quatro meses, António Maria de Herédia, o filho mais novo de Luísa Ana e Sebastião de Herédia, sobrinho de D. Isabel e de D. Duarte de Bragança, foi batizado na Igreja de São Roque, em pleno coração de Lisboa. A cerimónia, que durou cerca de hora e meia, foi conduzida pelo bispo brasileiro D. João Terra, muito amigo da família Herédia, como esclareceu Luísa Ana: “Gostei muito da cerimónia, foi lindíssima. Foi um momento muito planeado e desejado. O D. João Terra  é muito amigo da família e foi ele que também batizou a nossa filha Catarina.”
Para padrinhos de António Maria, Luísa Ana e Sebastião de Herédia – irmão de D. Isabel de Bragança – escolheram os sobrinhos Joana de Sousa Mendes e Afonso de Bragança, e ainda Margarida e Augusto de Al­buquerque de Athayde, respetivamente avó e tio do bebé. No dia em que recebeu o sacramento que o inicia na vida cristã, António Maria usou um vestido oferecido pelo padrinho Afonso, que viajou propositadamente de Inglaterra, onde está a estudar, para participar neste momento. Muito próxima da família e católica praticante, a duquesa de Bragança viveu intensamente o batismo do sobrinho. “Fico muito orgulhosa por o meu filho e a minha sobrinha terem sido convidados para padrinhos. É um compromisso que tem que ver com a fé e coerência da nossa família. O António Maria é o primeiro afilhado do meu filho, mas sei que ele não estava nervoso nem ansioso, porque estamos numa festa de família. Mesmo depois de nos casarmos, os meus irmãos e eu continuámos muito próximos e falamos quase todos os dias”, partilhou D. Isabel de Bragança, que contou ainda como tem sido para si estar longe do filho mais velho: “Ele ficará dez dias e estamos a aproveitar. Tem sido uma experiência muito boa, tanto para ele como para nós. Desde que estuda fora, o nosso filho está mais maduro e aprendeu a enfrentar as situações de outra maneira que antes não fazia, por nossa culpa,  que o protegemos. É bom ver que os nossos filhos começam a bater as asas com consciência e responsabilidade.”
Augusto de Albuquerque de Athayde, irmão de Luísa Ana de Herédia, foi outro dos padrinhos. “Para mim, é o assumir de uma grande missão à luz da fé. E como católico praticante e presidente de uma ordem religiosa, a Ordem So­berana Militar de Malta Portugal, é para mim uma responsabilidade acrescida, mas uma grande honra. Achei a cerimónia muito bonita: a presidência da cerimónia, o local em si e a dignidade que a música trouxe”, declarou o conde de Albuquerque.
Depois da cerimónia religiosa, a festa prosseguiu no Grémio Literário.

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