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Doda Miranda: “Vai ser importante a Athina sentir o que é o amor de um filho”

Numa entrevista exclusiva à CARAS, o cavaleiro brasileiro revela que a mulher, Athina Onassis, tenciona engravidar depois dos Jogos Olímpicos de 2012, onde espera participar como cavaleira. Na foto, Doda Miranda com a filha, Viviane, de 11 anos, fruto do seu relacionamento com Cibele Dorsa.

Cláudia Alegria
8 de outubro de 2011, 12:21


Casado com Athina Onassis – neta multimilionária do armador grego Aristóteles Onassis – Álvaro Affonso de Miranda Neto, conhecido por Doda Miranda, revelou à CARAS que a família deverá aumentar no próximo ano. Durante um concurso hípico que decorreu em Barcelona, o cavaleiro brasileiro, de 38 anos, fez um balanço dos dez anos que passou ao lado da mulher, seis dos quais casado, e revela que Athina tem sido um grande apoio para a filha, Viviane, de 11 anos, e para o meio irmão desta, Fernando, de 14 anos (que vive com Doda e Athina), sobretudo desde que a mãe deles – a manequim Cibele Dorsa – se suicidou, em março deste ano.
– Foi a primeira vez que participou nesta prova, em Barcelona, e conquistou logo um primeiro lugar...
Doda Miranda – Fiquei muito feliz. Gostei muito do evento, não só por ter ganho, mas também pela forma como é organizado, além do público, que foi maravilhoso.
– A sua filha é apaixonada por cavalos?
– Sim, a Viviane foi o maior presente de Deus na minha vida. É a minha melhor amiga, a minha princesa, a minha vida. E sim, ela tem um carinho muito grande pelos cavalos. Adora animais em geral, tem dois póneis e monta diariamente.
– É mais fácil passarem tempo juntos pelo facto de terem esta paixão em comum?
– Sem dúvida nenhuma. No mundo de hoje, está tudo muito informatizado e as crianças andam vidradas nos videojogos e computadores. Claro que é importante estarem atualizadas nessa área, mas é igualmente importante que não percam os valores. Tratar bem e respeitar os animais faz parte de uma escola importante na vida de qualquer ser humano.
– Já está garantida a sua participação nos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres?
– A equipa do Brasil já está classificada, mas o grupo ainda não foi escolhido.
– Parece que a Athina também vai tentar participar, mas enquanto atleta individual?
– Para se classificar para uma olimpíada individualmente tem de estar muito bem classificada no ranking mundial, e como ela só agora começou este alto nível, acho que vai ser muito complicado. Mas é o sonho dela e de certeza que o vai alcançar, se não for agora, será numa oportunidade ainda mais especial, nas Olimpíadas do Rio de Janeiro.
– Adiando mais uma vez o sonho de ser mãe?
– Depois de Londres já pode ter um filho, e depois ele já vai assistir aos saltos da mãe nas Olimpíadas do Brasil.
– É esse o vosso desejo, conseguir alargar a família depois dos jogos?
– Sim, muito. Por toda a história da vida da Athina, acho que vai ser muito importante termos um filho, para que ela sinta o que é o amor de um filho.
– Estão juntos há dez anos e casados há seis. Já passaram pela crise dos sete anos?
– Não, isso é psicológico. Os relacionamentos são como uma flor, precisam de água diariamente. Não podemos cair nunca no comodismo. Acho que o importante em qualquer relacionamento é saber que ao nosso lado temos o nosso melhor amigo. No final da vida, quando formos mais velhos, o que vai ficar é o respeito, a admiração e a amizade. Isso é uma coisa que conseguimos fazer bem. Estamos 24 sobre 24 horas juntos, 365 dias por ano. Mas a Athina é uma pessoa muito fácil e muito especial. A simplicidade dela, a humildade, a forma como trata as pessoas, é uma qualidade que poucos têm. Em momento algum ela usa o seu nome. Tem uma humildade impressionante. E isso é uma coisa muito cativante, que tentamos passar para as crianças. É o mais importante: o valor real da vida não é o dinheiro, mas sim o respeito pelas pessoas.
– Os seus filhos passaram por um momento muito complicado. Têm conseguido superar a falta da mãe?
– Sim. Foi uma coisa muito dura e difícil, mas a vida continua e o apoio da Athina, que sempre foi muito presente, é essencial. Mas com o tempo tudo se ultrapassa, mesmo as coisas mais difíceis e dolorosas.
 

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