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Sofia Fernandes e José Barbosa casam-se em cerimónia emotiva ao pôr-do-sol

A repórter do E-Especial e o advogado disseram o "sim" no passado dia 30, no santuário do Cristo Rei, em Almada.O casal partilhou este momento tão importante com cerca de 180 convidados.

Marta Mesquita
4 de outubro de 2011, 19:40

À terceira é mesmo de vez: que o digam Sofia Fernandes e José Barbosa, que se casaram no passado dia 30, no Santuário do Cristo Rei, em Almada. A repórter do E-Especial e o advogado namoraram ainda na adolescência, mas a relação acabou. Anos mais tarde, deram uma nova oportunidade ao amor, mas também não resultou. Contudo, no início deste ano, o casal começou a namorar pela terceira vez e bastaram alguns meses para subir ao altar.
Horas antes do grande momento, a noiva esteve no  hotel Meliã Aldeia dos Capuchos a preparar-se. Depois de ter sido maquilhada e penteada, Sofia vestiu-se com a ajuda de João Rôlo, que criou o seu vestido de noiva, um modelo rodado com saia construída em origami, em mikado de seda branco. O corpo foi feito em renda bordada a pérolas, lantejoulas e cristais Swarovsky. Finalmente, a cintura foi rematada com um cinto. “Eu disse que gostava de algumas coisas e em dez minutos o João percebeu logo o que eu gostava. Não queria usar cai-cai, porque sendo um casamento na igreja, não achava que fosse o decote mais elegante. E depois o João teve esta ideia do origami, que dá um ar moderno ao vestido. O João é um génio. Sinto-me uma verdadeira princesa”, partilhou Sofia.
Com cerca de 30 minutos de atraso, e com o pôr-do-sol já no horizonte, a noiva chegou ao Santuário do Cristo Rei numa limusina hummer. “Neste casal quem gosta de carros sou eu e pensei que podia chegar à igreja de hummer, que tem um ar de carro de assalto, o oposto da delicadeza associada às noivas. E achei muita graça”, acrescentou a repórter do E-Especial. Uma vez que o seu pai já morreu, a noiva entrou na igreja pelo braço do seu avô paterno, Óscar Fernandes, ao som do canon de J. Pachelbel, interpretado pelo quarteto Opus 28. “Foi o momento mais difícil para conter a emoção. O meu avô tem 89 anos, vive no norte e fez um esforço grande para estar cá. Assim, o meu pai esteve mesmo comigo. Estou muito feliz. Estava com muita vontade que este dia chegasse. Sei que o que vou viver com o Zé vai ser uma dádiva. Era um amor que tinha de acontecer. Estava destinado”, declarou Sofia, emocionada.
A cerimónia religiosa, que teve a celebração da Eucaristia, foi conduzida pelo padre Francisco Santos, que conhece a noiva desde pequena. Perante cerca de 180 familiares e amigos, os noivos disseram os votos que os tornaram marido e mulher e trocaram alianças, criadas em exclusivo por Eugénio Campos. “Recriei nestas alianças a história de amor da Sofia e do Zé. São em ouro rosa e têm três diamantes, que simbolizam as três fases de namoro que tiveram. Têm ainda um símbolo, que representa a sua paixão, e uma corda, que os tem conduzido à felicidade. Depois, a inscrição tem as iniciais deles, um sol [porque os noivos gostam muito de bom tempo], um balão [que representa o diálogo do casal] e um coração [que simboliza o amor]”, explicou o joalheiro.

Já com a lua no céu, os noivos e os seus convidados dirigiram-se para a Quinta Pau de Bandeira, mesmo ao lado do santuário, onde decorreu o copo de água. Dois dias depois, os noivos partiram em lua-de-mel para Bali e Banguecoque.


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