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Isaurinha Jardim Leitão: "A minha mãe ainda não percebeu que cresci"

A filha mais nova de Cinha Jardim falou com a CARAS da relação única que mantém com a mãe e a irmã, do namoro que começou recentemente, da sua partida para Itália e da mulher que já sente ser.

1 de outubro de 2011, 12:31

Desde criança que Isaurinha Jardim Leitão aparece nas revistas ao lado da mãe, Ci-nha Jardim, e da irmã, Pimpinha. Esta dinâmica a três é o grande pilar da vida da estudante de Comunicação Empresarial, que diz, com orgulho, pertencer ao clã Jardim. Contudo, Isaurinha confessa que também gosta de ser simplesmente a Carolina (o seu nome de batismo), a rapariga que adora divertir-se, que namora há cerca de cinco meses com Miguel - cujo apelido não quis revelar - e que vai estudar para Itália.
Foi durante os seus últimos dias de trabalho no Meo Spot Summer Sessions, em Portimão,  um projeto que partilhou com a irmã e o cunhado, Francisco Spínola, que a CARAS falou com Isaurinha sobre a mulher que já se revela por trás da menina.
- Trabalhou durante o verão. A sua mãe incentiva-a a trabalhar?
Isaurinha J. Leitão - Claro que sim. O dinheiro não tem sido um problema, mas incentivam-me a pagar as minhas contas. A minha mãe dá-me uma mesada, que tenho de gerir. E confesso que gosto bastante de sentir essa independência.
- Ir estudar para Roma também é mais um passo no sentido dessa independência...
- É verdade. Lá, não terei a minha mãe nem a minha irmã, sou eu que vou controlar a minha vida, os meus custos... Vou lá estar no mínimo seis meses, mas se tudo correr bem até posso ficar mais. Vai-me custar um bocadinho estar em Itália sem  a mãe e a Pimpinha... Somos muito chegadas. Temos as nossas divergências e discussões, mas recorremos muito umas às outras e quando for para Roma já não vai ser assim... Mas vai ser bom, para me tornar mais independente. A minha mãe ainda não percebeu que cresci.
- Incomoda-a o facto de, tal como a sua mãe, muitas pessoas ainda a verem como uma menina?
- Sinto necessidade de perceberem que cresci. Há pessoas que me acompanham pelas revistas desde pequena e gostava que percebessem que essa menina cresceu. Já não sou uma bebé.
- Normalmente, a Isaurinha aparece sempre ao lado da sua mãe e da sua irmã. Sente que isso diminui a sua individualidade?
- Sabemos que as pessoas nos veem como um grupo de mulheres e confesso que gosto muito de ser do clã Jardim. Tenho muito orgulho da minha família e sobretudo da minha mãe.
- Sente que a sua mãe a mima demasiado?
- Sou muito mimada pela minha mãe e por vezes tenho um feitio complicado, mas não sou fútil nem snob. Dou-me com todas as pessoas. Quando digo mimada é porque a minha mãe me educou sozinha e ficámos muito agarradas.
- O seu pai morreu quando tinha sete anos. Como é essa ausência se refletiu na sua vida?
- Passei a dar muito valor às pessoas com quem partilho a minha vida. É raro o dia em que me vá deitar e não envie uma mensagem à minha mãe a dizer: "Gosto muito de si." Preciso que as pessoas saibam que gosto delas e que são realmente importantes para mim.
- Entretanto, conheceu outra pessoa, importante na sua vida, o seu namorado. Não tem medo de que a sua ida para Itália possa pôr em causa o vosso namoro, que ainda é tão recente?
- Não temos de nos preocupar com a confiança que temos um no outro, porque essa questão é igual aqui ou lá. Acredito que as coisas vão correr bem. Há bilhetes de avião para Roma bastante baratos, por isso, poderemos ver-nos com alguma frequência. Temos uma relação muito saudável, não levamos as coisas muito a sério... Estamos a viver tudo com tranquilidade e sem pressas. A minha mãe já o conhece e gosta dele. Já têm uma relação familiar.

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