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Mathilde Stilwell admite: "Começo a dar mais importância à estabilidade"

De novo solteira, a relações-públicas e estudante de representação partilhou com a CARAS como está a viver esta nova fase da sua vida em que o sonho de ser atriz e de viajar pelo mundo tem um papel de destaque.

Redação CARAS
12 de setembro de 2011, 13:53

Mathilde Stilwell sempre foi uma apaixonada peloscavalos e durante vários anos as competições foram a sua principal ocupação.Contudo, a vida trouxe-lhe outros sonhos  e hoje está a estudar para setornar atriz. Sem namorado, a relações-públicas e estudante na área darepresentação diz não ter amarras e, por isso, até pondera seriamente ahipótese de no final do ano sair do país e partir à procura de novasexperiências, sejam elas como atriz ou noutra área qualquer.
Foi sobre o papel que quer afinal representar no palco da vida real que a CARASconversou com Mathilde durante uma tarde passada na praia do Ancão, no Algarve.

- Duranteestas últimas semanas esteve no T-Clube, na Quinta do Lago, comorelações-públicas, mas a carreira que quer mesmo seguir é a de atriz. Tem sido difícillutar pelo sonho da representação?
Mathilde Stilwell - Sim, não é fácil entrar no mercado de trabalho naárea da representação, mas tenho levado as coisas com muita tranquilidade. Senão tiver de ser atriz, tudo bem. Há outras coisas que gostava de fazer, comoviajar, conhecer o mundo... Também tenho os meus cavalos e posso sempre voltaràs competições. No fundo, foram três anos da minha vida que disponibilizei paraver se consigo concretizar este sonho. Estou a tirar o curso de formação deatores na In Impetus, já estive na Madeira com uma peça de teatro com o TozéMartinho, o Miguel Dias e a Patrícia Candoso, gostei bastantee agora estou aberta a outras oportunidades, seja no teatro, no cinema ou natelevisão.

- Em 2008 terminou o seu casamento com Eurico Paes. Entretanto, voltou aapaixonar-se...
- Apaixonei-me, desapaixonei-me e agora estou sozinha. Tive um namorado duranteum ano, mas acabou. Estou solteira e estou bem.

- Mas ficou com alguma 'ferida de amor' por curar?
- Não, de maneira nenhuma. Deixei de gostar, o que acontece com todas aspessoas. Ao menos não estava casada. Continuo otimista e acho que devemossempre acreditar no amor, mas sinto que a idade nos torna mais exigentes. 

- Pode ser que encontre alguém ainda durante o verão...
- Não acredito em amores de verão. É tudo muito bonito enquanto há sol, praia eestamos morenos, mas depois chega o inverno e acaba tudo.

- Fez 30 anos. Sente que entrou numa nova fase da sua vida?
- Começo a dar mais importância à estabilidade, sobretudo a nível profissional.Mas ao mesmo tempo, continuo a sentir uma grande necessidade de mudar. Porexemplo, estou mesmo a pensar em sair de Portugal no final do ano. Há pessoasque com a idade têm mais medo de arriscar, mas eu não. Aliás, preciso mesmodessa sensação de aventura e de mudança. O "logo se vê" não meassusta minimamente, mas a idade tem-me ensinado a ser mais ponderada nasdecisões que tomo. Sei que tenho de olhar para o meu futuro numa perspetivamais racional e não tão impulsiva ou imediata.

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