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Divorciado de Sofia Ribeiro, José Maria Tallon esclarece: "Não fui traído"

Depois de cinco anos de casamento, o médico espanhol e Sofia Ribeiro decidiram divorciar-se. Recorde-se que o casamento aconteceu numa cerimónia de sonho, em Itália, a 24 de setembro de 2005.

Redação CARAS
6 de setembro de 2011, 15:28

No dia 24 de setembro de 2005, Sofia Ribeiro e José Maria Tallon casaram-se numa cerimónia muito romântica em Itália. Contudo, a história de amor terminou definitivamente a 1 de agosto, quando o médico espanhol e a gestora assinaram os papéis do divórcio. Apesar de ter sido uma decisão tomada de mútuo acordo e de forma pacífica, algumas publicações noticiaram que José Maria tinha sido "trocado" pelo motorista da sua clínica, Telmo, com quem Sofia manteria um caso. Confrontado com estas notícias, o médico mostra-se "surpreendido", pois garante: "Não fui traído."
Decidido a esclarecer os motivos que ditaram o fim do seu terceiro casamento, o médico teve uma conversa franca com a CARAS. Até ao fecho desta edição, Sofia esteve sempre incontactável, já que se encontra a viajar pelo estrangeiro na companhia dos irmãos.
- É verdade que o seu casamento com Sofia Ribeiro chegou mesmo ao fim?
José Maria Tallon - Sim. Estamos divorciados desde o dia 1 de agosto.
- Quando é que tomaram essa decisão?
- A nossa relação já tinha terminado há uns quatro meses. Até queríamos dar uma entrevista conjunta para anunciar o divórcio, mas como o meu pai já estava bastante doente, acabando por morrer, não o quisemos fazer logo em agosto.
- Quais foram os motivos que ditaram o fim do vosso casamento?
- Uma relação começa sempre de uma forma natural e quando acaba também pode ser assim. Não há um motivo que tenha ditado o fim do nosso casamento, foi um conjunto de coisas... Como todas as histórias, também a nossa teve um princípio e um fim.
- É verdade que o vosso divórcio está relacionado com o alegado caso que a Sofia mantinha com o motorista Telmo, que trabalhava na sua clínica?
- É mentira. Não fui traído, porque quando a Sofia iniciou essa nova relação já estávamos separados. Numa reportagem que já saiu sobre este assunto diz-se que eles se encontravam numa casa que é minha e isso também é mentira! Essa casa até está alugada, por isso eles não podiam sequer ir para lá. Eles podiam encontrar-se em qualquer lado, mas lá é que não. A partir do momento em que acabámos a relação, tanto ela como eu podemos encontrar-nos com quem quisermos. E até é uma coisa normal que arranjemos outras pessoas.
- Mas é verdade que despediu a Sofia e o motorista?
- Não nego que o tenha despedido. Agora, em relação à Sofia, foi uma decisão tomada em conjunto. Não fazia sentido continuarmos a trabalhar juntos. Ambos percebemos que o melhor seria afastarmo-nos. Mas sei que se precisar de alguma coisa posso contar com ela. Em relação a ele, despedi-o, porque não poderíamos continuar a trabalhar no mesmo sítio.
- Há dois anos separaram-se, reconciliando-se mais tarde. Esse afastamento já foi um sinal de que o casamento não estava bem...
- É verdade, e a partir desse momento já nada foi igual. Quando dessa vez nos decidimos separar, não devíamos ter ficado a trabalhar juntos, porque não nos permitiu clarificar seriamente os sentimentos que tínhamos um pelo outro. Estávamos separados, mas trabalhávamos juntos... Não foi o mais correto.
- Mas arrepende-se de ter dado uma nova oportunidade, nessa altura, ao vosso casamento?
- Não me arrependo, mas hoje, analisando a situação, acho que não foi o melhor para nós. Talvez tivesse sido melhor ficarmos logo separados. Mas isso sou eu agora a pôr os "ses". Acho que não fizemos bem as coisas.
- Depois do divórcio, como é que ficou a sua relação com Sofia?
- Continuamos muito amigos, mas decidimos não continuar a trabalhar juntos, só isso.
- Há alguma hipótese de reconciliação?
- Agora não há, mas no futuro não sei o que vai acontecer...
- Aparentemente, a Sofia já refez a sua vida amorosa. Também já voltou a apaixonar-se?
- Se ela refez a sua vida ou não, se tem uma relação séria ou menos séria, não sou eu que vou comentar. Eu não tenho ninguém. Continuo a minha vida com os meus filhos e o meu trabalho.
- Ficou algum ressentimento?
- Não... Vamos continuar a ser amigos. E se precisar de alguma ajuda da parte dela, sei que basta pedir. Ficou tudo bem esclarecido. 
- Como é que a sua família reagiu ao vosso divórcio?
- Felizmente, o meu pai não chegou a saber do nosso divórcio. O meu pai morreu a 29 de julho e só nos divorciámos alguns dias depois. Tinha uma relação muito profunda com ele e não queria provocar-lhe nenhum desgosto ou sofrimento. No meio disto tudo, a minha grande perda não foi o divórcio e sim o meu pai. Os meus filhos já se tinham apercebido de que havia um afastamento nos últimos meses, mas quando viram as capas não gostaram.

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