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Eduardo Beauté e Luís Borges explicam vínculo que mantêm com o bebé Bernardo

O casal tem dispensado cuidados a um menino de 15 meses, Hélder Lisandro (que os dois tratam por Bernardo), a pedido da tia-avó do bebé, e explicam que poderão vir a tornar-se padrinhos de batismo deste.

Joana Carreira
4 de setembro de 2011, 13:34

Fotografados ao longo deste verão na companhia de um menino de 15 meses, Eduardo Beauté e Luís Borges, casados desde maio, esclarecem em comunicado que não adotaram a criança. "A criança, de nome de registo Hélder Lisandro e que desde que ficou a intenção de ficar ao nosso cuidado decidimos chamar de Bernardo, por ser um nome com que mais nos identificávamos, algo que fizemos com o acordo da sua família, tem efetivamente 15 meses de idade, apresenta sintomas de trissomia 21 e tem família natural identificada e com quem nos relacionamos."

Eduardo Beauté e Luís Borges com Bernardo
Eduardo Beauté e Luís Borges com Bernardo
D.R.
"Por dificuldades de índole socioeconómica da mãe, a criança foi por esta entregue aos cuidados de uma tia-avó, que dela passou a cuidar quase exclusivamente.
A dita tia-avó, em tempos cliente do espaço Eduardo Beauté, veio ao nosso encontro no dito salão, depois de saber do nosso casamento, alegando que poderíamos ser as pessoas ideais para assegurar a educação e futuro do menino. Situação que de início nos assustou, mas que depois de muitas e insistentes conversas acabou por nos entusiasmar e nos pareceu exequível ao presenciarmos conversas telefónicas entre a dita tia-avó e a mãe do menino onde existia e era notório o consenso e consentimento dessa neste assunto delicado, porque esteve sempre em causa e em primeiro lugar o interesse do Hélder. (...)"

Luís Borges com Bernardo
Luís Borges com Bernardo
D.R.
"Foi sempre nossa intenção providenciar as melhores condições ao adequado desenvolvimento e educação do menino (...) não estando subjacente a esta postura qualquer intenção de cariz adotivo do Hélder"
, revela o casal no comunicado, esclarecendo que os dois têm cuidado do bebé e que
"este relacionamento desenvolveu em nós uma especial afeição, amor e carinho paternal pelo Hélder, que passou a fazer parte essencial das nossas vidas."


É possível, por isso, que os dois venham a tornar-se padrinhos de batismo da criança, de forma a recuperarem essa proximidade, entretanto interrompida.

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