Nas Bancas

Mariana Alvim: "Estou muito feliz e cada vez mais realizada"

Aos 32 anos, Mariana considera-se uma mulher realizada a nível profissional e pessoal. Adias de ter o segundo filho, a locutora da RFM e autora de guiões acaba de lançar o seu primeiro livro juvenil.

Joana Carreira
30 de agosto de 2011, 15:09

Quando era mais nova, Mariana Alvim sonhava ser escritora e trabalhar em rádio. Tinha também a ambição de se casar e de ser mãe, mas esses eram desejos a mais longo prazo. Determinada e com um profissionalismo invejável, acabou por alcançar mais cedo do que previa todos esses sonhos. Locutora da RFM, escritora de guiões para novelas e autora de um livro juvenil, aos 32 anos é casada com o empresário Tiago Soares Ribeiro, que apelida de 'supermarido', tem um filho de cinco anos, Vasco, e será mãe de novo, a qualquer momento, de outro rapaz, Diogo.

Mariana Alvim

Mariana Alvim

Mike Sergeant

- Pode dizer-se que está próxima da realização plena enquanto mulher, mãe e profissional?

Mariana Alvim - Sem dúvida. Estou numa ótima fase da minha vida.



- Foi mãe mais cedo do que tinha pensado...

- Sempre achei que só ia casar-me depois dos 30 e que ia fazer muitas maluquices, mas apaixonei-me muito mais cedo do que isso... Aos 24 casei-me e aos 27 fui mãe. E eu, que não era nada lamechas, de repente tive um filho e tornei-me pirosa, chamo-lhe Pinguim [risos]. Hoje, aos 32, estou mais mulher, muito feliz e cada vez mais realizada. Se pudesse voltar atrás, fazia tudo igual.



- E o seu segundo filho está quase a nascer... O Vasco está contente por ir ter um irmão?

- Brinca muito com a bola que é a barriga, mas parece-me que está um pouco receoso. Está sempre a dizer que gosta muito do pai e da mãe [risos].



- Consegue gerir facilmente a sua vida pessoal com a de locutora e escritora?

- Trabalhei sete anos em marketing, mais de doze horas por dia. Agora, mesmo trabalhando à noite, consigo ter horários mais civilizados.



Mariana Alvim

Mariana Alvim

Mike Sergeant

- E certamente tem ajuda do seu marido...

- Tenho um supermarido, que me ajuda imenso, emocional, física e logisticamente. Mas não posso exagerar nos elogios ou começam a aparecer as fãs [risos].



- A mudança para a rádio foi perfeita: passou a trabalhar menos horas e concretizou um sonho...

- Sim, completamente. Desde a faculdade que tinha o sonho da rádio. Mas nessa altura fui fazer um estágio numa empresa de marketing e acabei por ficar. Mais tarde decidi largar o marketing por uma paixão ainda mais antiga, que é a escrita. Os meus pais assustaram-se um pouco. Fui escrever guiões para novelas. Ao mesmo tempo, surgiu um casting na RFM para substituir a Carla Rocha, que tinha engravidado. E eu fui a feliz vencedora! Conciliei então dois empregos e dois sonhos, a escrita e a rádio. E fui tão boa aluna do curso da Carla que dois anos depois me convidaram a ficar.



- Entretanto, lançou-se na escrita juvenil...

- Sim, a protagonista é uma rapariga muito magrinha, que tem como apelido Fininho e como alcunha Fininha. Eu, quando era adolescente, era feia de magra, e isso pode ter servido de inspiração, mas não há aqui nada autobiográfico. É uma rapariga de 15 anos que tem um irmão de 18 e outro de quatro. Aí, sim, o miúdo de quatro anos serve um pouco para contar histórias giras do meu filho. E é uma história sem artefactos, varinhas mágicas ou bruxas. É a realidade dos jovens de hoje, dos jovens e das famílias.

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras