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Cláudia Jacques: "O amor é inexplicável, não há como manipular nem ser racional"

Para a relações-públicas, o apoio e compreensão das filhas, Mafalda e Carolina,  tem sido fundamental na aceitação de mais uma separação de Ricardo Trêpa, com quem já passou por várias fases como esta.

Joana Carreira
22 de agosto de 2011, 10:21

Dona de uma figura invejável aos 46 anos, Cláudia Jacques vive uma fase de transformação e maturidade, para a qual também têm contribuído as duas filhas, Mafalda, de 16 anos, e Carolina, de 11. Divorciada de Ricardo Trêpa, com quem já passou por várias separações e reconciliações, a relações-públicas do bar Fiéis, em Vilamoura, não põe de parte a hipótese de voltar a refazer a sua vida junto do neto de Manoel de Oliveira, embora receie que a diferença de feitios possa ter ditado um fim irreversível para a relação.

- A Mafalda e a Carolina estão cada vez mais maduras. Como é agora a sua relação com elas?
- Outras dificuldades vão surgindo, pois com a idade elas também vão ganhando o seu próprio mundo e desenvolvendo a sua personalidade. Por isso, é natural que haja confrontos de ideias e formas de estar, até porque não quero invadir demasiado a personalidade e o espaço delas, mas também tenho de fazer o meu papel de mãe. É um trabalho que não surte logo efeitos, principalmente com a mais velha, que acredita que já sabe tudo.

- Com certeza que o final da sua relação com o Ricardo também teve algum efeito nelas...
- As separações entre mim e o Ricardo já foram bastantes, por isso, de alguma forma, elas já têm um mecanismo de aceitação e não ficam tão espantadas quanto isso. Como já nos conhecem bem, deixam essas questões à margem da nossa relação entre as três. Elas não opinam muito, não se manifestam.

Cláudia Jacques com as filhas, Mafalda e Carolina
Cláudia Jacques com as filhas, Mafalda e Carolina
Natacha Brigham
- Mas voltou-se a dizer que se tinham reconciliado...

-
Já houve muitas aproximações ao longo dos tempos, dos anos e pode dar-se o caso de acontecer novamente. Como em outras ocasiões, já disse que não e depois acabou por acontecer, agora prefiro não dizer nada e deixar as coisas fluir. Mas não estamos juntos e não estou a pensar nisso.


- Como é que a necessidade que têm de estar juntos não vos faz ultrapassar aquilo que vos separa?

-
É realmente algo muito difícil de entender e complicado de lidar, mas acho que de alguma forma já arranjámos a nossa forma de perceber isto: muitas vezes não vale a pena esmiuçar demais e querer descobrir demasiados porquês. Já o fiz noutros tempos e acabei por perceber que não vale a pena. O amor é inexplicável, não há como manipular nem ser racional. O que tenho feito é tentado arranjar um ponto de equilíbrio para que esteja bem comigo mesma, independentemente da situação emocional que esteja a viver no momento. Isso para mim vale muito e não estou naquela fase de procurar nem forçar nada.


- Mas acredita que vão ficar juntos?

-
Não faço ideia, não estou mesmo a pensar nisso. Se um dia ficarmos juntos é porque se calhar tivemos de passar por estas fases todas até lá chegarmos. Hoje em dia as relações são complicadas para a maioria das pessoas e temos de nos adaptar.

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