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António Pedro Cerdeira e Rita Guerra vão casar-se

Juntos desde fevereiro, o ator e a cantora garantem que a vida faz mais sentido se a partilharem e, por isso, planeiam casar-se. A relação de ambos conta ainda com o apoio dos filhos de cada um deles. 

Joana Carreira
5 de agosto de 2011, 00:19

Desde que assumiram o namoro, em março, estavam então juntos há um mês, António Pedro Cerdeira e Rita Guerra nunca esconderam o quanto estão apaixonados e tão seguros estão da sua relação que planeiam o casamento ainda para este verão. A passarem um fim de semana em Troia por ocasião da inauguração do Luv Club, o ator e a cantora conversaram com a CARAS e explicaram porque decidiram que a vida faria mais sentido se a partilhassem. Deste amor fazem ainda parte os filhos do ator, Lourenço, de oito anos, e Afonso, de cinco, e da cantora, Nuno, de 26 anos, Diogo, de 19, e Madalena, de quatro, que esteve com o casal durante estes dias.

- Como têm corrido estes dias?
Rita Guerra - Muito bem. Todos os momentos livres são para serem aproveitados em família.
António Pedro - Estes momentos também são necessários para que o trabalho flua melhor e é um grande incentivo. Para mim, que gosto imenso de praia e de bom tempo, custa-me sempre um pouco passar ao lado do verão.

- E têm tido sempre alguns dos vossos filhos convosco?
António - Normalmente sim, mas também temos tido momentos sozinhos. Há para todas as versões [risos].

- Como é que a Madalena, filha da Rita, se dá com os seus filhos?
- Muito bem, ela até diz que é namorada do mais velho [risos]. Passam a vida e perguntar pela Madalena e pela Rita e dão-se todos muito bem.

António Pedro Cerdeira e Rita Guerra vão casar-se
Natacha Brigham


- Imagino que isso seja uma mais-valia para o sucesso da vossa relação...

Rita -
É fundamental e felizmente tivemos essa sorte. Tem sido tudo muito descontraído, natural e muito positivo. Os meus filhos mais velhos são pessoas muito afáveis e o António é uma joia. Eles sabem que o António está na minha vida para me fazer bem e dão-se lindamente.


- Trabalham em meios diferentes e ninguém imaginava que fossem amigos, pelo que têm sido considerados um casal improvável...

António -
Para nós, somos o mais provável possível [risos].

Rita -
Já nos conhecíamos, mas gostamos de guardar isso para nós.


- Percebe-se que estão realmente em sintonia...

António -
Felizes e apaixonados. Estamos muito bem, fomos feitos um para o outro.

Rita -
Acabámos por encontrar aquilo que qualquer pessoa procura ou espera alcançar. Encontrei alguém que me completa e essa é forma mais correta de descrever o António. Foi aos 43 anos, poderia ter sido mais cedo, mas também mais tarde... Há pessoas que vivem uma vida inteira sem encontrar a outra pessoa e eu, felizmente, encontrei.


- As alianças que usam são uma forma de selar um compromisso?

António -
Sim, são algo para onde é bom olhar quando não estamos um com o outro. É algo que nos une e simboliza o compromisso e a união que temos e vamos ter.


- Vão casar-se?

-
Sim, vamos, mas queremos preservar o pedido de casamento e os pormenores sobre o dia para nós.

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