Nas Bancas

Filipa Valente muito cúmplice de Jonathan Sampaio: "É uma pessoa fabulosa"

Fotografada com o manequim Jonathan Sampaio, a 'designer' de interiores fala sobre a sua vida.

3 de agosto de 2011, 13:24

Filipa Valente transmite serenidade e confirma que esse é realmente o seu estado de espírito. Separada há sete meses de Simão Sabrosa, de quem tem dois filhos, Mariana, de dez anos, e Martim, de sete, a empresária está agora preocupada em seguir com a sua vida dedicando-se aos filhos, a si própria e, claro, ao trabalho de designer de interiores.
- Uma separação é sempre dolorosa, mas chega um momento em que a vida começa a fazer outro sentido. Que tipo de mulher se sente agora?
Filipa Valente - Já passaram sete meses, já tive tempo para fazer uma introspeção e para retirar o melhor de 12 anos. Já me organizei e defini novas metas. Acredito que há obstáculos e sofrimentos que nos são colocados para evoluirmos e crescermos. Não sou uma mulher muito diferente porque a minha essência será sempre a mesma, mas talvez esteja mais serena e tranquila.
- Quais as diferenças entre a mulher que era mãe e esposa e aquela que agora é mãe e trabalhadora?
- Tenho mais tempo para mim e para os meus. Já não tenho que dedicar tanto do meu tempo a outra pessoa, o que, saliento, fazia com muito agrado. Foi escolha minha e foi também com muito orgulho que estive a seu lado
- Sente-se mais independente?
- Nunca me senti dependente de ninguém a não ser em termos de afetos, de resto, sempre tive a segurança interior que resulta da minha formação e das minhas capacidades.
- Sei que o final da vossa relação foi pacífico. Os vossos filhos perceberam bem o que se passou?
- São muito pequenos, não há que dar muita informação e não é um assunto desconhecido para eles, já que conhecem vários amigos que têm os pais separados. Eles sabem que não é uma separação que muda o amor que os pais sentem por eles
- A Mariana já tem dez anos e parece ser muito atenta à moda. É influência da mãe?
- Acredito mais que é personalidade e sensibilidade dela. Talvez venha um pouco da minha maneira de ser, mas apenas cultivo o que sinto que vem dela. É a melhor companhia para viajar, explorar, ver uma exposição, porque tem sentido crítico e isso é uma forma de nos aproximarmos.
- E quanto ao Martim? Tem alguma queda para o futebol?
- Acho que não. Jogar futebol é uma forma de estar próximo do pai e passar bons momentos com ele, mas não o vejo jogador futuramente.
- Como organiza a vida de modo a estar presente nos momentos importantes?
- Dou prioridade ao mais importante da minha vida: os meus filhos. Depois, tenho a sorte de poder trabalhar em casa e em projetos que não implicam horários fixos. Finalmente, tenho a ajuda dos meus pais e de pessoas em quem confio.
- Sei que tem uma família em quem confia cegamente. Que valores quer passar aos seus filhos?
- Todos os que os meus pais me ensinaram. Sei que o maior valor que temos é a família. Os meus pais e o meu irmão são as minhas referências. Educação, ajuda ao próximo, honestidade e amizade fiel. Jamais perderei isto e os meus filhos crescerão rodeados destes valores.
- Deixou de acreditar no amor sem prazo?
- Conheço casamentos que duraram uma vida e não eram felizes, conheço casamentos que duraram pouco tempo e foram de cumplicidade exemplar. O meu foi um crescimento mútuo com muitos momentos que ficam para a vida, o menos bom é para deixar para trás. Nunca se pode deixar de acreditar no amor. Este assume tantas formas que, se deixarmos de acreditar nele, não vivemos. Estamos nesta vida por amor. Deus é amor e foi Ele que nos deu esse dom.
- Disse-me que o seu divórcio já saiu mas que ainda falta uma assinatura. Acha que o facto de estar legalmente divorciada lhe pode permitir outro tipo de vida?
- Para mim, divórcio é uma coisa meramente burocrática. O passo da separação entre duas pessoas é que conta e isso já aconteceu em dezembro e não há mais a falar, aliás, não sei porque continuam a falar disso. Cada um segue a sua vida a partir daí. E acho que não mudámos muito, somos as mesmas pessoas e não vou esquecer todos os momentos vitoriosos que tivemos nem perder ligações. Dou um exemplo: a irmã do Simão é como se fosse minha irmã e não faria sentido perder isso.
- Alguma vez sonhou com uma história de príncipes com final feliz, ou é mais realista do que isso?
- Dou muito mais valor ao presente. Do passado, limo arestas, e sobre o futuro não vale a pena criar expectativas porque estamos em constante mudança.
- Como reage às notícias sobre o seu envolvimento com o Jonathan?
- Não reajo. Já disse que não tenho de assumir nada. Talvez isso aconteça porque o Jonathan é o amigo que está mais perto de mim e com o qual me dou melhor, o que mais admiro, porque é uma pessoa fabulosa, muito bonita por fora e por dentro, e com quem tenho mais cumplicidade. Ah, e porque é homem [risos]! Também tenho amigas chegadas e ninguém fala disso [risos]. Talvez a imprensa me queira ver feliz e arranjar um namorado... [risos]
- Deixou-se fotografar com ele com o propósito de mostrar que tem direito a ter os amigos que quiser?
- Foi sem nenhum propósito. Temos o mesmo o grupo de amigos, um grupo muito coeso e verdadeiro que se defende. Gostamos muito de viver essa amizade, por isso é normal que estejamos juntos em várias situações. Até hoje disseram que evitava tirar fotos com ele para esconder algo. Agora que tirámos, quero ver o que dizem [risos]. Volto a repetir: não tenho que justificar nada a ninguém, mas, de facto, tenho os meus direitos e não admito que a imprensa os condicione.

Comentários

ATENÇÃO: ESTE É UM ESPAÇO PÚBLICO E MODERADO. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

Nas Bancas

Newsletters

Receba grátis no seu email as notícias, as últimas caras!

Caras Nas Redes

Mais na Caras