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Joana Lemos assegura: "Estou a adorar viver em Londres, mais do que eu estava à espera!"

A viver em Londres há oito meses, a ex-piloto esteve em Portugal com o marido, Manuel Reymão Nogueira, e os filhos, Tomás, de 12 anos, e Martim, de dez.

Joana Carreira
12 de maio de 2011, 10:22

No final de agosto do ano passado, Joana Mascarenhas de Lemos fez as malas e partiu com os filhos, Tomás, de 12 anos, e Martim, de dez, para Londres, onde se juntou ao marido, Manuel Reymão Nogueira, que ali está a trabalhar. A família já tinha estado separada durante cerca de um ano e meio, o tempo que o corretor esteve a desenvolver um projeto na Polónia, um período difícil para todos, pelo que, quando surgiu a oportunidade de Manuel ir trabalhar para Inglaterra - desta vez por tempo indeterminado -, a decisão foi imediata e unânime: no final do ano letivo, a família mudar-se-ia para Londres.
Oito meses depois, a CARAS voltou a reencontrar Joana Lemos em Lisboa. A ex-piloto aproveitou umas curtas férias para matar saudades de familiares e amigos, muitos dos quais encontrou no Estoril Open, um projeto dirigido pela empresa de João Lagos e no qual Joana trabalhou durante seis anos. Numa curta entrevista que deu à nossa revista - durante a qual nos apercebemos que já tem um ligeiro sotaque inglês - Joana contou-nos o que mudou na sua vida nestes primeiros meses em Londres.

Joana Lemos
Joana Lemos
Mike Sergeant
- Como tem corrido a adaptação à sua nova realidade?

Joana Lemos -
Lindamente, estou a adorar mesmo, muito mais do que eu estava à espera! Estou a adorar ter voltado à universidade - estou a fazer um MBA em Business Entrepreneurship na Economic Studies of Economics
-
que era uma coisa que já tinha na cabeça há imenso tempo, mas que era impensável fazer aqui em Portugal com a vida que eu tinha. Portanto, foi uma grande oportunidade, sobretudo por estar a acontecer em Londres, que, para mim, é uma catedral de ensino, onde estão as maiores universidades e onde existe um mundo sem limites de oportunidades! Estou a adorar, assim como eles.


Joana Lemos
Joana Lemos
Mike Sergeant
-
Para os seus filhos deve ter sido mais complicado, uma vez que tiveram de deixar os amigos, mudar de escola, de língua...

- Ao princípio foi difícil, mas mais por causa dos amigos. A língua não foi um problema, porque eles andavam no Colégio Inglês desde os três anos.... Mas rapidamente se adaptaram e já fizeram imensos amigos. Agora tanto tenho em casa um amigo deles inglês, como um do Qatar, e acho que isso lhes vai dar um mundo para o resto da vida. Estão muito inglesinhos. Depois, o Tomás está completamente rendido ao Chelsea, onde tem treinado.


- Foi uma transferência direta do Sporting, onde ele já jogava, para o Chelsea, ou teve de prestar provas?

- Teve de prestar provas durante três meses, de setembro a dezembro! É muito difícil lá entrar, porque há imensos miúdos que ali querem treinar. Ainda por cima, o Tomás evoluiu imenso em termos de maturidade. Agora tem, por exemplo, de apanhar sozinho dois comboios, porque, apesar de morarmos ao lado do estádio, em Chelsy Harbour, o centro de treinos é em Cobham, que fica longe de Londres.


Manuel Reymão Nogueira e Joana Lemos
Manuel Reymão Nogueira e Joana Lemos
Mike Sergeant
- E em relação à escola? Tem corrido tudo bem?

- Estão ótimos! No caso do Tomás, o Chelsea até isso controla: fazem
updates
diretamente com a escola, sabem qual o nível de envolvimento dele, até para poderem dosear o seu esforço durante os treinos e os jogos. Em agosto, por exemplo, já está estipulado que, em vez de ir de férias connosco, vai estar três semanas em estágio para o Chelsea. Portanto, até ele querer e até o quererem a ele, vai ser essa a vida dele.


- E a relação com o seu marido, melhorou? Afinal, devem agora viver mais para a família, uma vez que estão longe de amigos e familiares...

- O que é ótimo, tem sido muito giro. Sinto-me privilegiada por estar a viver esta nova fase, em que cada novo desafio é encarado por todos no mesmo entendimento.

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