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Corpo de Carlos Castro já foi entregue à família

As irmãs de Carlos Castro chegaram ontem, 11 de janeiro, a Nova Iorque e já procederam ao reconhecimento do corpo.

Andreia Guerreiro
12 de janeiro de 2011, 13:37

Maria Amélia Castro e Fernanda Gomes, irmãs de Carlos Castro viajaram ontem para os Estados Unidos, acompanhadas por um amigo, Cláudio Montez, para proceder às cerimónias fúnebres. O corpo do cronista social, alegadamente assassinado por Renato Seabra na última sexta-feira, 7 de janeiro, já foi entregue à família, mas a cremação, inicialmente prevista para hoje só deverá acontecer "na melhor das hipóteses no sábado", disse Cláudio Montez em direto para o programa Companhia das Manhãs, da SIC. "Não foi fácil reconhecer o corpo do Carlos", acrescentou o amigo do cronista social.

Serão então realizadas duas cerimónias fúnebres, uma em Nova Iorque e outra em Portugal, estando o regresso da família ao nosso país previsto para a próxima segunda-feira, 17 de janeiro.

Conferência de imprensa hoje

Cláudio Montez explicou ainda que esta tarde, às 16h00 locais, terá lugar uma conferência de imprensa para esclarecer uma "série de dúvidas que têm sido publicadas na comunicação social", como questão do cofre de Carlos Castro que foi encontrado aberto e vazio. Montez afirmou que a família está informada desta questão e que a situação já foi, inclusivamente, resolvida. "Posteriormente será editado um livro com todos estes detalhes", concluiu.

Família de Renato Seabra continua sem acreditar no que aconteceu

Em declarações à SIC, o cunhado de Renato Seabra, José Malta, continua a defender que o modelo não mantinha um relacionamento amoroso com Carlos Castro e que a própria mãe do jovem, Odília Pereirinha, olhava para esta proximidade como uma relação entre pai e filho.

Odília Pereirinha chegou a Nova Iorque no domingo, mas ainda não teve contacto com o filho, explicou José Malta, revelando também que esta já falou com uma médica que quis perceber se o jovem natural de Cantanhede sofria de doenças do foro psiquiátrico ou se, eventualmente, tomava medicamentos.

Quanto à esperança inicial que a família tinha de trazer o manequim para Portugal, parece já não ser uma prioridade. "Neste momento, a minha preocupação é que a mãe veja o filho para que ele lhe conte o que aconteceu (...) Ele à mãe conta tudo", garantiu José Malta.

O cunhado de Renato Seabra confirmou também que, de acordo com as informações que lhe foram chegando, o Consulado de Portugal em Nova Iorque não previu qualquer tipo de apoio judicial, nem tradutor, para a defesa do jovem.

As opiniões dos amigos de Renato Seabra

Tal como os familiares mais próximos, os amigos de Renato Seabra continuam sem perceber os contornos do crime macabro que cometeu. "Ficámos todos chocados. Era uma pessoa muito divertida e com miúdas à volta dele", refere um amigo. "Para ter feito o que fez, tem de haver um grande mistério por detrás disto", conclui outro.

Este caso gerou em Cantanhede uma onda de solidariedade em defesa do manequim, de 21 anos, e a população está mesmo a organizar uma manifestação pública de apoio, com a formação de um "cordão humano", o que poderá acontecer já no próximo sábado.

*Este texto foi escrito nos termos do novo acordo ortográfico.

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