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Guarda-costas de Michael Jackson faz novas revelações em tribunal

Segundo o testemunho de Alberto Alvarez, os filhos mais velhos do rei da 'pop' viram o corpo do pai, já sem vida, na cama.

Joana Carreira
9 de janeiro de 2011, 12:49
Alberto Alvarez
, um dos guarda-costas de
Michael Jackson
, testemunhou no segundo dia de audiência preliminar, durante a qual ficará decidido se
Conrad Murray
, o médico pessoal do 'rei da
pop
', enfrentará um julgamento por homicídio involuntário do cantor.


O antigo guarda-costas de Michael Jackson revelou mais alguns detalhes sobre o dia em que este morreu, em junho de 2009, nomeadamente o facto de dois dos seus filhos terem ficado horrorizados ao ver o corpo do pai, já sem vida, na cama. Alvarez explicou em tribunal que procurava o telemóvel quando se apercebeu que os filhos mais velhos de Jackson,
Prince
Michael
e
Paris Katherine
, tinham entrado no quarto do pai.
"A Paris chamou 'Papi' e começou a gritar. O médico Murray disse: 'Tirem-nos daqui, não deixem que eles vejam o pai assim"
, recordou.
"Eu disse às crianças: 'Não se preocupem, nós vamos resolver esta situação, por favor saiam"
, acrescentou Alvarez.


Durante a audiência, o guarda-costas declarou que Murray lhe disse que Jackson tinha tido uma
"má reação"
e ordenou-lhe que guardasse os frascos e embalagens médicas numa bolsa, antes de chamar os paramédicos.


Recorde-se que as autoridades estão a tentar demonstrar que Conrad Murray foi negligente no tratamento do intérprete de
Thriller
, alegando, para sua defesa, que foi o próprio artista a administrar a dose fatal de medicamentos.


*Este texto foi escrito nos termos do novo acordo ortográfico.

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