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Renato Seabra pode enfrentar prisão perpétua

O modelo português que, alegadamente, terá assassinado Carlos Castro deverá ser julgado nos Estados Unidos, após a acusação

Rodrigo Freixo
8 de janeiro de 2011, 23:50

Renato Seabra, apontado como o principal suspeito do assassinato de Carlos Castro, continua em avaliação psicológica no Bellevue Hospital em Nova Iorque e não foi, por isso, ainda indiciado pela polícia norte-americana. E assim continuará até que seja interrogado e esteja concluída a primeira investigação policial, que deverá culminar com a autópsia do corpo do cronista português. Depois de deduzida a acusação, no caso de acontecer, o jovem será presente a um juiz, o que poderá acontecer durante a próxima semana. Contudo, e caso o modelo português venha mesmo a ser acusado, a extradição para Portugal é um cenário muito pouco provável, já que a lei americana prevê que quem comete um crime em determinado estado seja julgado no mesmo local. Desta forma, Renato arrisca-se a uma pena de prisão perpétua - que poderia chegar a pena de morte, caso esta não tivesse sido abolida em 2004 no estado de Nova Iorque - sem possibilidade de pedir liberdade condicional. Este é um cenário possível caso se prove que a mutilação genital a que Carlos Castro foi sujeito, foi efetuada antes do seu assassínio. Desta forma a acusação seria considerada como homicídio de primeiro grau, que pressupõe prisão perpétua e cuja fiança pode atingir um milhão de dólares.

Entretanto a Caras soube que a mãe e a irmã de Renato Seabra estão a caminho dos Estados Unidos, para dar todo o apoio ao jovem.

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