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Corpo de Carlos Castro já seguiu para a morgue e foi autopsiado (Atualizado)

A autópsia ao corpo do jornalista e cronista social Carlos Castro confirmou a morte por homicídio.

Natalina Almeida
8 de janeiro de 2011, 23:11

De acordo com os médicos legistas os primeiros resultados da autópsia realizada ao corpo de Carlos Castro durante a noite de sábado, hora de Portugal, confirmam o homicídio. Momentos após a realização da referida autópsia os médicos legistas afirmaram que a morte do cronista social foi provocada por golpes na cabeça e asfixia.

Antes de ser transportado numa carrinha das entidades policiais de Nova Iorque para a morgue, o corpo do cronista permaneceu no quarto do Intercontinental Hotel cerca de 24 horas após ter sido descoberto, já sem vida, no chão da suíte que Carlos Castro, de 65 anos, e Renato Seabra, 21 anos, ocupavam. No local do crime as equipas de investigação policial terão recolhido provas determinantes para a investigação do homicídio de Carlos Castro.

Renato Seabra, natural de Cantanhede, é para já tido como suspeito da morte de Carlos Castro. Se o jovem manequim, licenciado em Ciências do Desporto, for acusado e posteriormente considerado culpado de homicídio no grau mais grave poderá ter que cumprir uma pena de prisão perpétua. Até ao início da manhã de domingo, hora de Lisboa, Renato permanecia internado num hospital de Nova Iorque, em avaliação psiquiátrica e sob custódia policial. Uma situação que poderá ter desenvolvimentos nas próximas horas.

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