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Carlos Castro foi assassinado em Nova Iorque (Atualizado)

O cronista social foi encontrado morto esta madrugada, num quarto do Hotel Intercontinental, em Times Square. O principal suspeito - que entretanto já foi detido - do homicídio é o modelo Renato Seabra, de 20 anos, que acompanhava Carlos Castro nesta viagem a Nova Iorque.   

Cristiana Rodrigues
8 de janeiro de 2011, 08:53

Carlos Castro, de 65 anos, foi encontrado morto esta sexta-feira, 7 de janeiro, no quarto 3416 do hotel Intercontinental, em Times Square, Nova Iorque. A notícia foi avançada pelo Daily News, que cita fontes policiais.

O cronista social português deu entrada no hotel a 29 de dezembro, acompanhado pelo modelo Renato Seabra, um jovem de 20 anos - concorrente do programa À Procura do Sonho, da SIC - com quem iria festejar o fim de ano e que atualmente é considerado o principal suspeito do homicídio.

Renato Seabra, que foi um dos finalistas do programa Á Procura do Sonho, da SIC
Renato Seabra, que foi um dos finalistas do programa Á Procura do Sonho, da SIC
D.R.
O manequim terá deixado o hotel pouco tempo antes do corpo de Carlos Castro ser encontrado e quando passava no
lobby
ter-se-á cruzado com duas mulheres, mãe e filha, que iriam jantar nessa noite com Carlos Castro.
"O Carlos já não sai do hotel"
, disse-lhes o jovem modelo, apressando-se a abandonar o local. Assustadas, as duas mulheres pediram apoio aos responsáveis e deslocaram-se ao quarto do jornalista português, que encontraram já sem vida e envolto numa poça de sangue, reveladora da brutalidade do crime.


Carlos Castro
Carlos Castro
D.R.


Renato Seabra acabou por ser detido mais tarde pela polícia, quando deu entrada no Roosevelt Hospital.
"As fotografias do Facebook - ele
[Renato]
tem uma página com dois mil e tal amigos - foram distribuídas profusamente pela polícia em Nova Iorque, tendo sido detido no hospital"
, adiantou o jornalista
Luís Pires
, amigo do cronista social e marido da mulher que encontrou Carlos Castro sem vida. Não são, contudo, ainda claros os motivos que levaram o jovem modelo às urgências do hospital. Fontes adiantam que este terá tentado suicidar-se, cortando os pulsos, mas alguns jornais americanos avançam que Renato resistiu à detenção e terá, por isso, sido alvejado pela polícia, o que o obrigou a deslocar ao centro hospitalar.


O crime está a ser investigado pelas autoridades americanas, que chegaram a atrasar o voo da Continental Airlines, antecipando uma eventual fuga do jovem português.


A CARAS falou, entretanto, com
Amélia
, irmã de Carlos Castro, que nos disse que a família decidiu não prestar quaisquer declarações à imprensa.




*Este texto foi escrito nos termos do novo acordo ortográfico.


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