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Fernando Mascarenhas mostra as joias que cria

"Sempre achei que era um homem sem imaginação, mas descobri, aos 62 anos, que afinal até consigo fazer coisas diferentes." (Fernando Mascarenhas)

Andreia Guerreiro
21 de novembro de 2010, 17:38

Fernando Mascarenhas, 11.º marquês de Fronteira, apresentou a sua nova coleção de joias no ateliê de Miguel Costa Cabral, no Porto.

Alexandre Alves, Teresa Fonseca e Sá e Pedro Guimarães
Alexandre Alves, Teresa Fonseca e Sá e Pedro Guimarães
Joaquim Norte de Sousa
Dono de nove títulos nobiliárquicos e uma das figuras mais carismáticas da atual nobreza portuguesa, tem como hóbi, desde o final de 2007, a criação de brincos, pulseiras e colares de prata e pedras semipreciosas.


Cristina Ferreira
Cristina Ferreira
Joaquim Norte de Sousa
"
A minha mãe fazia colares e sempre que a via de volta das joias achava que devia ser interessante. Houve um dia em que tive de pensar numa prenda de aniversário para uma amiga e, como a minha mãe tinha deixado algumas pedras, decidi fazer um colar. E foi assim que tudo começou"
, contou à CARAS o também programador cultural da Fundação das Casas de Fronteira e Alorna.


Joana Bourbon e o anfitrião, Miguel Costa Cabral
Joana Bourbon e o anfitrião, Miguel Costa Cabral
Joaquim Norte de Sousa
Quanto às ideias para as peças que concebe, diz que lhe surgem, espontâneas, "
da cabeça e de coisas que vejo no dia-a-dia
.
Sempre achei que era um homem sem imaginação, mas descobri, aos 62 anos, que afinal até consigo fazer coisas diferentes"
.


*Este texto foi escrito nos termos do novo acordo ortográfico.


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