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Catarina Larcher

Carlos Castro celebra com os amigos 65.º aniversário e 35 anos de carreira

"Tenho muito para comemorar (...). Sou uma pessoa realizada e muito feliz." (Carlos Castro)

Redação CARAS
16 de outubro de 2010, 15:41

Carlos Castro celebrou 65 anos de vida e 35 de carreira. "Uma longa e feliz caminhada" para o cronista social, que a festejou no dia do seu aniversário, 5 de Outubro, convidando cerca de 200 amigos para um jantar especial no Alcântara Café, em Lisboa, onde exibiu um vídeo com alguns dos momentos mais marcantes da sua vida. "Deu-me imenso trabalho, escolhi tudo ao pormenor. Quis fazer uma coisa muito bonita, com as pessoas de quem gosto. Acho que tenho muito para comemorar", justificou.

Carlos Castro faz um "balanço positivo" da sua vida e carreira: "Eu sou uma pessoa muito positiva e acho que não tenho de me queixar de nada, nem da minha vida. Tenho tido tudo aquilo que quero. Estou muito satisfeito, porque estou a trabalhar imenso. Não é qualquer pessoa de 65 anos que trabalha todos os dias para um jornal. Tenho muitas capacidades e espero continuar a ter, porque quero escrever muito mais, viajar, dar a segunda volta ao mundo. Sou uma pessoa realizada e muito feliz."

O cronista social desperta amores e ódios, muito por causa da sua 'língua afiada', que exerce sobretudo quando escreve sobre as figuras públicas. No entanto, é um homem de muitos amigos, como referiu Júlio Isidro: "Só uma pessoa como ele, sendo cronista social e pressupondo-se, por isso, que teria uma língua viperina e um computador a condizer cheio de veneno, conseguiria reunir numa noite um leque tão diversificado de pessoas, gente das mais variadas atividades que lhe veio dizer: 'Gostamos muito de ler aquilo que escreves, particularmente quando não percebemos a quem te estás a referir.' Devo confessar que, uma vez ou outra, lhe telefonei para saber quem fez isto ou aquilo. E ele, como velho amigo que é, responde: 'Não te digo.' Falar de Carlos Castro é falar de alguém que sabe perfeitamente que a vida se conquista com pertinácia, com vontade de fazer, criando amigos e alimentando saudavelmente alguns inimigos."

Uma das suas amigas mais antigas é Rosalina Machado, que adjetiva essa acidez na escrita como "frontalidade": "O Carlos diz aquilo que, possivelmente, muitos pensam e não dizem. Aliás, a sua frontalidade, lealdade, a sua postura perante as pessoas e a vida são as razões pelas quais estou aqui hoje, com uma amizade muito sincera e enraizada."


FOTOS:
Catarina Larcher


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