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Carla Bruni recebe chamadas de apoio

As demonstrações de apoio surgiram depois de um jornal iraniano chamar "prostituta" à primeira-dama francesa.

Andreia Guerreiro
4 de setembro de 2010, 15:20

Um jornal do Irão - o diário Kayhan - chamou "prostituta" a Carla Bruni depois desta ter defendido uma mulher iraniana condenada à morte por apedrejamento. As reações aos insultos à primeira-dama francesa surgiram um pouco de todo o mundo e fontes do Palácio do Eliseu, em Paris, já confirmaram que a mulher de Nicolas Sarkozy tem recebido inúmeros telefonemas de apoio. "O fluxo habitual de chamadas telefónicas aumentou o que, inclusivamente, afetou o desempenho dos serviços de telecomunicações da presidência", pode ler-se na página oficial do Eliseu.

Recorde-se que toda esta polémica surgiu depois da primeira-dama de França ter escrito às autoridades iranianas uma carta para que fosse retirada a pena de morte por apedrejamento a Sakineh Mohammadi Ashtiani, por ter cometido adultério. "Derramar o seu sangue, privar os filhos da mãe. Porquê? Só porque viveu, amou, simplesmente porque é uma mulher iraniana? Não consigo aceitar isso", escreveu Carla Bruni na carta que foi publicado em vários meios de comunicação franceses.

A atriz Sophie Marceau, a candidata socialista às eleições presidenciais Ségolène Royal e o antigo presidente francês Valéry Giscard d'Estaing também demonstraram publicamente o seu apoio à mulher iraniana.

*Este texto foi escrito nos termos do novo acordo ortográfico.

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