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Maria Elisa partilha a sua história de amor com um americano

Noiva desde Junho, a jornalista confessa que gostaria de se casar ainda este ano.

Melissa Tavanez
7 de abril de 2010, 10:29

É com orgulho que Maria Elisa Domingues exibe o seu anel de noivado, "o corte mais clássico da Tiffany", diz, sorridente. Por detrás deste anel há uma história de amor digna de filme. Sem estar à espera, a jornalista conheceu, em Washington, um advogado americano, cujo nome prefere não revelar. Os interesses em comum e a cumplicidade que se construiu entre ambos levaram-nos a iniciar um namoro que já dura há dois anos. Depois, em Junho passado, surgiu o pedido de noivado, e agora já pensam no casamento, que poderá acontecer ainda este ano.

Foi durante a inauguração da loja La Vie en Rose que a jornalista falou com a CARAS sobre a fase verdadeiramente cor-de-rosa que atravessa...

- O anel que tem na mão esquerda prova que está noiva...

Maria Elisa - E estou, completamente. Aqui está o anel, com o corte mais clássico da Tiffany. Fui pedida em casamento em Junho, no dia dos meus anos.

- E como é que está a encarar esta nova fase da sua vida?

- Muito bem. O meu noivo esteve cá a semana passada. Tínhamos planeado casarmo-nos este ano, espero que ainda seja possível.

- Como pretende que seja o casamento?

- Vai ser cá, embora depois tenhamos lá uma cerimónia para os amigos. Será um casamento muito intimista, mas planeio uma grande lua-de-mel. Vamos para vários países do Oriente, porque ele conhece essa zona menos bem do que eu. E vai ser longa, mais de três semanas.

- E conseguem conciliar bem o namoro com a distância?

- Sim, muitíssimo bem. Faz-se o possível. Felizmente, ele sempre viajou muito e não se importa de o fazer. Eu também não me importo. Encontramo-nos mais ou menos de dois em dois meses, é isso que temos feito. Ele gosta imenso da Europa, adora Portugal e a nossa História. Aliás, está a aprender português, já diz muitas frases e percebe bastante. O e-mail é a nossa grande via de comunicação. Esta relação sem internet não existia.

- Pela maneira como fala, parece que têm muito em comum...

- Sim. Temos mais ou menos a mesma idade, cada um tem um filho, somos divorciados há imensos anos... Ele é advogado, uma pessoa com uma certa formação, e respeita muito a minha profissão, a individualidade da mulher, e isso para mim é superimportante. Ele vê o meu programa todas as semanas, mesmo sem perceber. É uma maneira de se interessar pelo meu trabalho e de estar mais próximo.

- Depois do casamento, pensa continuar a viver cá ou vai mudar de país?

- Vamos continuar assim, entre cá e lá. Temos casa nos dois sítios e vamos continuar assim enquanto os dois trabalharmos. Um dia mais tarde veremos como é que se resolve. Talvez até passemos mais tempo na Europa, até por vontade dele.

- Nem é preciso perguntar se está feliz...

- Estou feliz, tranquila... Não é uma coisa que a pessoa espere, ou planeie, estou divorciada há tantos anos... Aconteceu de forma inesperada, mas acho sinceramente que o facto de ele ser estrangeiro ajudou, talvez por eu ter vivido muito tempo noutros países. Acho que o facto do meu noivo ser americano e ter um grande interesse pela Europa é óptimo e torna a nossa experiência muito mais interessante.

- Entretanto, está a viver outra experiên­cia muito gratificante, a de ser avó...

- A minha neta é maravilhosa! Sou tão babada que até tenho vergonha de falar. Está com 17 meses e faz aquelas gracinhas extraordinárias. É tão gratificante que não tenho palavras. Acho que não há nada mais gratificante na vida. E é o papel químico do meu filho. Não se distinguem as fotografias deles com a mesma idade. Faço tudo o que posso com ela, a Amélia é uma prioridade.

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