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Médico de Michael Jackson declara-se inocente da morte do cantor

Conrad Murray está em liberdade condicional.

Cátia Pinheiro
9 de fevereiro de 2010, 13:37

Fotos: Reuters

Quase oito meses após a morte do 'Rei da Pop', a 25 de Junho de 2009, o médico pessoal de Michael Jackson apresentou-se em tribunal para ser acusado formalmente de homicídio involuntário. Ontem, Conrad Murray, de 57 anos, alegou ser inocente da acusação e acabou por ser deixado em liberdade condicional graças ao pagamento de 55 mil euros de fiança. Nesta ocasião, o médico teve também de entregar o seu passaporte, no entanto continuará a poder exercer medicina, apesar de não ter permissão para administrar qualquer tipo de anestesia.

A audiência em tribunal era aguardada e envolveu algum aparato, tendo estado presentes diversos meios de comunicação social, fãs do cantor, bem como familiares. Os pais de Michael Jackson, Katherine e Joseph, e os irmãos Jermaine e La Toya fizeram questão de estar presentes neste momento e demonstraram o seu descontentamento com a decisão do juiz. A família do 'Rei da Pop' ficou decepcionada com o facto de Conrad Murray poder ficar em liberdade condicional e exige justiça, já que acredita que o médico teve culpa na morte do cantor.

Conrad Murray terá de se apresentar em tribunal no próximo dia 5 de Abril e enfrenta uma pena de prisão até quatro anos.

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