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António Feio recebe o apoio incondicional de Cláudia Cadima e ganha nova esperança

O actor regressou de Londres na companhia de Cláudia Cadima, sua ex-mulher e o seu grande apoio, com uma nova esperança na luta contra o cancro do pâncreas. A CARAS surpreendeu o casal à chegada, no aeroporto de Lisboa.

Melissa Tavanez
13 de janeiro de 2010, 16:04

António Feio regressou de Londres com uma nova esperança na sua luta contra o cancro do pâncreas. O actor foi fazer alguns exames de modo a saber se pode avançar para um novo tratamento e os resultados foram bastante positivos, como nos contou à chegada a Lisboa: "Correu tudo bem, dentro do esperado. Vim de lá bastante confiante. Estes exames foram para aferir se continuava tudo operacional para podermos avançar para o tratamento. E estava! Agora volto para Londres no dia 18 de Janeiro para fazer a segunda parte da preparação, e no dia 22 inicio então o tratamento."

Nesta viagem, António Feio contou com o apoio da ex-mulher, Cláudia Cadima - mãe dos seus dois filhos mais novos, Sara e Filipe. "A Cláudia tem sido um grande apoio. Temos uma relação muito boa, de muitos anos de vivência. Temos dois filhos em comum e muita amizade. Tenho recebido muito apoio da parte dela em tudo que tem envolvido esta situação", referiu o actor. Também Cláudia tem muita esperança neste novo tratamento e admira a força do ex-marido: "Estou confiante quanto a estes novos tratamentos. Estive e tenho de estar com ele! Às vezes é difícil. Não somos nós que estamos na pele dele. Há muita gente assim, infelizmente, mas acho que o António tem sido um exemplo de força."

António Feio e Cláudia Cadima
António Feio e Cláudia Cadima
Antonio Feio - Hugo Correia / Photonews

Uma vez que a operação para retirar o tumor foi descartada, António Feio recorre a todos os meios para travar a doença. E a sua última esperança reside neste tratamento de radioterapia denominado Cyberknife, considerado menos violento e mais eficaz. "Agarro-me a tudo o que puder minorar o problema ou, eventualmente, resolvê-lo", diz o actor, que está ele próprio a custear os tratamentos, por não existirem em Portugal: "Os meus médicos estão a pedir um apoio que poderá ou não vir. Para já, sou eu que estou a pagar. São tratamentos bastante caros."

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