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Joana Lemos e Cinha Jardim: Processo que as opunha em tribunal chegou ao fim

A comentadora de televisão e a irmã, Mituxa Jardim, foram condenadas a pagar uma indemnização cível de quatro mil euros à ex-piloto, valor a ser dividido pelas duas.

Andreia Guerreiro
7 de janeiro de 2010, 17:15

O processo que opunha Joana Lemos a Cinha Jardim chegou ao fim e apesar de não ter conseguido a indemnização que pedia, 50 mil euros, a ex-piloto acabou por conseguir o que queria: provar que foi vítima de difamação. De facto, Cinha e Mituxa Jardim, foram condenadas pelo Tribunal de Cascais a pagar uma indemnização cível de 2 mil euros cada uma a Joana Lemos. Além disso, a comentadora terá ainda de pagar 2220 euros, enquanto que a irmã pagará 1120 euros.

Recorde-se que o caso remonta há cerca de cinco anos, quando depois de um desentendimento entre Cinha e Joana, amigas na altura, a ex-piloto terá alegadamente agredido Sofia Jardim, sobrinha da comentadora de televisão, que foi absolvida neste processo, por não ter ficado provado que as suas afirmações foram de facto ofensivas, tal como explicou a juíza que conduziu o processo.

Joana Lemos e Cinha Jardim: Processo que as opunha em tribunal chegou ao fim
Paulo Jorge Figueiredo

Quando confrontada pela CARAS sobre o desfecho de todo este caso, Cinha Jardim não se mostrou surpreendida.
"Começar o ano a dar dinheiro para uma causa solidária é muito bonito. Fui incriminada em 2 mil euros e se a Joana os vai entregar a uma instituição de solidariedade é bom"
, afirmou a comentadora relativamente ao facto de Joana Lemos pretender doar o dinheiro que lhe será pago à Fundação Aragão Pinto.
"Tenho consciência daquilo que disse e não retiro nada. Foram palavras ditas no contexto de defesa de uma sobrinha e a minha amizade de 12 anos com a Joana permite-me conhecê-la como ninguém a conhece. Sou sempre muito frontal e digo sempre a verdade. As pessoas às vezes não gostam é de ouvir"
, acrescentou Cinha Jardim.


De salientar que apesar de terem sido condenadas por
"difamação de forma continuada e agravada"
, por terem proferido
"palavras objectivamente graves"
, as duas irmãs viram a sua união familiar elogiada pela juíza.


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